quarta-feira, fevereiro 24, 2021

...

death lurks in the shadows death lurks in the open it creeps through every breach it clutches to every inch [it always did it has always been around we were never trully safe (some know this way more than others)] but now death chases you as you walk past someone as you mindlessly gasp for some air as hurriedly go for groceries and forever wash your hands as you recoil from embraces as you reach out for some friendly faces death makes you ever so lonely way more than it did before they say we always die alone now in pain or despair, no one will be there no one can kiss you when you're gone existence comes to a halt convoluted absolute millions of holes and gaps behind death slowly sinks in while we fight to survive

quinta-feira, dezembro 31, 2020

Real

  “Real isn't how you are made,' said the Skin Horse. 'It's a thing that happens to you. When a child loves you for a long, long time, not just to play with, but REALLY loves you, then you become Real.'

'Does it hurt?' asked the Rabbit.

'Sometimes,' said the Skin Horse, for he was always truthful. 'When you are Real you don't mind being hurt.'

'Does it happen all at once, like being wound up,' he asked, 'or bit by bit?'

'It doesn't happen all at once,' said the Skin Horse. 'You become. It takes a long time. That's why it doesn't happen often to people who break easily, or have sharp edges, or who have to be carefully kept. Generally, by the time you are Real, most of your hair has been loved off, and your eyes drop out and you get loose in the joints and very shabby. But these things don't matter at all, because once you are Real you can't be ugly, except to people who don't understand.” 

m.w.b

terça-feira, março 24, 2020

Lilo

A princesa macia, de patas, de coelho e rabo de raposa, se foi.

Gremlin majestosa, achegada e antissocial, magrela e peluda. Companheira do Jack. E de todos os esconderijos da casa. E das caixas. Ela se foi.

Ela gostava de lugares altos e quietos. De dormir embaixo dos lençóis. De leite, e de comida dada na mão. Não do chão. Dondoca e aventureira, de sair por aí e não saber como voltar. Mas nos entendíamos, ela encontrava seus caminhos, seu lugar.

A Lilo para quem nenhuma porta deveria estar fechada - dia ou noite. A Lilo do leite. Sempre.

A Guizmo Guaxinim Pupuca, um ratinho branco, orelhudo, de pêlos ralos e raros, que pôs-se a miar uma noite (ou dia?), do outro lado da rua, e, quando desci para ir buscá-la, já havia atravessado para nosso quintal. Decidida e certeira.

A Liloca que dormia em meu colo, ou ao sol. Ou em cima do teclado. A Lilo comigo, conosco, sempre.
A meter-se entre as flores, entre os verdes, invisível, acolhida, princesa do mato.

A Lilo branquinha, a incrível cauda laranja empinada, de correr derrapando, de dormir derretendo-se...
Descansou. Em uma manhã de domingo. Com os passarinhos cantando. Como hoje. Como agora.

Se foi.
Não aqui.
Sentiremos sua falta...

Porto, 24 de março de 2020
Salvador, 22 de março de 2020


segunda-feira, agosto 12, 2019

04.07.2008

A ansiedade encontrou o sufoco. Olhou um pouco, olhos afoitos, foi logo pedindo - faz-me um poema?

Afobado, tirou do bolso uns versos velhos que não tivera tempo de terminar.

"Eco
oco:
    eu"

"Versátil
              Volúvel
                          Retrátil"

Não se entenderam bem.
Ela, mil interpretações. Ele, sem tempo para alguém.
Foram-se:
ansioso, sufocada.

domingo, agosto 11, 2019

26.05.2011 (eu acho)

Quero um amor que é outro.
Um amor que não exclui
ou condena.
Amor que não é leviano
fútil
fugaz
superficial
inconsequente
E que tampouco é mesquinho
hipócrita
Um amor que não se negue quando dois
muito o desejem.
Um amor que perceba pessoas,
cheiro, pele, toque, olhar,
respiração, pulsar.
Não exterioridades biológicas.
Amor que rime com carinho
e descoberta
e acolhimento
e aconchego.
Partilha
Que reconhece
e respeita
Não mata
Não sufoca
Não enclausura
Não prende
Não destrói
Não obriga
ou oprime.

Como pode ser livre o amor se não sei suportar?
Como arrancar o tijolo do peito?
Como ser leve o acolhimento, a partilha?

Como converso com este coração que ora palpita em meu peito? O que pode ser um bom caminho, um caminho de amizade e amor e partilha?

Agora este corpo inquieto que não sei o que acalma. Esse juízo levemente enjoado...

Ser grande, grande, grande, grande!

Quantas estranhezas sinto agora?

Apesar de sentir este aperto no peito, eu me amo e me aceito profundamente...

segunda-feira, julho 01, 2019

às vezes parece que eu quero fazer tudo, menos o que precisa ser feito.... >___<

sábado, abril 06, 2019

"O humano não tem força para abreviar nada e quando insiste colhe o fruto verde, antes de amadurar. Tudo tem o seu tempo certo. Não vê a semente? A gente semeia e é preciso esquecer a vida guardada de debaixo da terra, até que um dia, no momento exato, independente do querer de quem espalhou a semente, ela arrebenta a terra desabrochando o viver. Nada melhor que o fruto maduro, colhido e comido no tempo exato, certo."
c.e.

sexta-feira, março 29, 2019

... ninguém bate palma se a gente faz o trabalho direito...

sábado, março 16, 2019

Como lidar, como resolver, como integrar tanta saudade enredada nos recônditos escuros, no peito...?

sexta-feira, março 08, 2019

Inquietações. Dúvidas. Abismos.

[Amada] Uma menina incapaz de empatia ou de apreender a realidade ao seu redor, ou alguém com a "sanidade abalada", vivendo em um mundo próprio, tendo criado seus refúgios internos para lidar com suas questões?

A pergunta sobre o nome é realmente falsa?

A crueldade é proposital, ou esse reflexo dessa desconexão, desse desequilíbrio?

Ela é "apenas" uma garota indo atrás de veludo em Boston, ou está perturbada mentalmente?

É de fato toda poderosa frente à outra?

Qual a medida cabida do olhar?

sábado, janeiro 26, 2019

Todo Risco

A possibilidade 
de arriscar
é que nos faz homens humanes.
Vôo perfeito
no espaço que criamos.
Ninguém decide
sobre os passos que evitamos.
Certeza
de que não somos pássaros
e que voamos.
Tristeza
de que não vamos
por medo dos caminhos.

d.d.

terça-feira, setembro 25, 2018

legado

Donald tossiu e pensou em todas as antigas sagas do herói, de homens e mulheres lutando pelo que era certo, sempre com final feliz, sempre contra todas as probabilidades, sempre apenas fantasia. Heróis não venciam. Os heróis eram quem quer que tenha vencido. A História recontava suas versões, já que os mortos não podem falar. Tudo ficção.
h.h.

sexta-feira, maio 18, 2018

A escritora e seus múltiplos...

segunda-feira, abril 30, 2018

ouvi.

my name is now. todos nós somos agora. eu não sei que idade eu tenho, eu durmo com uma, acordo com outra...
e.s.

quarta-feira, abril 25, 2018

saudades


why does this song gives me this feeling...?

quinta-feira, abril 19, 2018

cumplicidade.....

quarta-feira, abril 04, 2018

Still I Rise

Still I Rise

You may write me down in history
With your bitter, twisted lies,
You may trod me in the very dirt
But still, like dust, I'll rise.

Does my sassiness upset you?
Why are you beset with gloom?
’Cause I walk like I've got oil wells
Pumping in my living room.

Just like moons and like suns,
With the certainty of tides,
Just like hopes springing high,
Still I'll rise.

Did you want to see me broken?
Bowed head and lowered eyes?
Shoulders falling down like teardrops,
Weakened by my soulful cries?

Does my haughtiness offend you?
Don't you take it awful hard
’Cause I laugh like I've got gold mines
Diggin’ in my own backyard.

You may shoot me with your words,
You may cut me with your eyes,
You may kill me with your hatefulness,
But still, like air, I’ll rise.

Does my sexiness upset you?
Does it come as a surprise
That I dance like I've got diamonds
At the meeting of my thighs?

Out of the huts of history’s shame
I rise
Up from a past that’s rooted in pain
I rise
I'm a black ocean, leaping and wide,
Welling and swelling I bear in the tide.

Leaving behind nights of terror and fear
I rise
Into a daybreak that’s wondrously clear
I rise
Bringing the gifts that my ancestors gave,
I am the dream and the hope of the slave.
I rise
I rise
I rise.
m.a.

quarta-feira, março 28, 2018

make mistakes

"Listen. Easy now," said the old man gently. "I know, I know. You're afraid of making mistakes. Don't be. Mistakes can be profited by. Man, when I was younger I shoved my ignorance in people's faces. They beat me with sticks. By the time I was forty my blunt instrument had been honed to a fine cutting point for me. If you hide your ignorance, no one will hit you and you'll never learn."
r.b.

sábado, dezembro 16, 2017

16 de dezembro, 2017

O passado não reconhece
o seu lugar:
está sempre presente...
m.q.

sábado, dezembro 09, 2017

cinza

dentro
fora
profundo...

quarta-feira, novembro 22, 2017

loyalty

whom
are you being
loyal to?

sábado, novembro 18, 2017

conclusões

...se eu demorar uns meses, convém, às vezes, você sofrer.
mas, depois de um ano eu não vindo, ponha a roupa de domingo e pode me esquecer...
c.b.h.

segunda-feira, novembro 06, 2017

poetarum

"Entendo que poesia é negócio de grande responsabilidade, e não considero honesto rotular-se de poeta quem apenas verseje por dor-de-cotovelo, falta de dinheiro ou momentânea tomada de contato com as forças líricas do mundo, sem se entregar aos trabalhos cotidianos e secretos da técnica, da leitura, da contemplação e mesmo da ação. Até os poetas se armam, e um poeta desarmado é, mesmo, um ser à mercê de inspirações fáceis, dócil às modas e compromissos."
c.d.a.

quarta-feira, novembro 01, 2017

...

Every new beginning
Comes from some other
Beginning's end

domingo, outubro 22, 2017

Quantas vezes já cruzei essa rua, insegura e frágil e dormente à vida ao meu redor?
Esta noite, uma vez mais por ela caminho. E lembro de quantas vezes já segui, já levantei, e andei, redescobrindo a força e potência em minhas pernas, meu corpo. Relembrando quantas vezes já me senti plena e apaixonada pela vida. Sentindo uma vez mais o adocicado aroma dos jasmins noturnos.
Meu peito sorri. Meio tímido, um pouco cansado - recuperando-se. Eu respiro, suspiro, sorrio.
Estou viva.
Continuo viva.
E sinto muitas caminhadas sob os pés, adiante.
Continuo.
Capaz de sorrir e abrir a compartilhar e iluminar.
À vida...!

sexta-feira, outubro 13, 2017

Apocalypse

While you sit there, with your
comfortable lives,
thinking and writing
and dreaming
of holocausts and catastrophes
and nightmares
"The end of the world"
is nigh
it's right around the corner.
It's right in front of our doors.

It ain't tomorrow
for that dead black boy.
Murdered because of his colour
blamed for being poor.

Flee for your lives?
What about running for food
queueing up for health
praying for dignity.

You eat your cookies
and drink your tea
and wonder
how having nothing
and fighting for sanity
might look or feel like
in a distant future
after this good, smart humanity
has finally failed.

Well, it's already on the news
maybe a bit distant from you
the kids are already dying
and there are monsters hunting people
on the streets, already
and for many tomorrow's distant
as wonderland
and churches are teeming
with screams for salvation.

The end is nigh
it's here, day and night.
Go on and write a story,
if you might.

segunda-feira, outubro 09, 2017

Deste nosso mundo. E de mudanças.

"O mundo não é. O mundo está sendo. Como subjetividade curiosa, inteligente, interferidora na objetividade com que dialeticamente me relaciono, meu papel no mundo não é só o de quem constata o que ocorre, mas também o de quem intervém como sujeito de ocorrências. Não sou apenas objeto da História, mas seu sujeito igualmente. No mundo da História, da cultura, da política, constato não para me adaptar, mas para mudar."
p.f.

terça-feira, agosto 01, 2017

por vezes...

o que mais dói é a certeza das ausências...

quinta-feira, maio 25, 2017

Contas

As contas dos colares nativos, de tão lindas cores,
eram de plástico.
Em outro canto, na parca refeição,
salgadinhos e refrigerantes.
Nos shoppings, quase nada é ouro,
mas há muito espelho. E brilho.

Passaram-se 500, 600, sabe-se lá quantos anos

E continuam a tentar nos seduzir
com quinquilharias
mixarias
engodos
ilusões
tóxicas
vazias

Os plásticos a se acumular
nas praias
nos papos
nas prateleiras de supermercados;
a praticidade vendida ao preço (e às custas)
da existência em si

As drogas [ou o álcool - outra droga] a salvar da terra quem não é considerado merecedor nem de ser digno do céu de todos. As drogas cujos caminhos são abertos pelos mesmos que perseguem e matam quem usa as drogas. As drogas que fazem com que as pessoas, uma vez mais, sejam a barata mercadoria. Para ser usada pelo sistema de reproduzir armadilhas que prendem pessoas.

Tiram as terras, as sementes, as feiras.
E nos dão
fast food.
concreto.
supermercados.
Comidas desfiguradas a se fingir de alimento.
Outras drogas a tentar nosso discernimento.
Nos oferecem:
sabores?
tempo?
O que nos roubam?
Saber?
Envolvimento?

Chegaram em nossas casas e com seus melhores sorrisos disseram que traziam do bom e do melhor para nós, porque éramos "especiais", e merecíamos.

[nas entrelinhas, sussurram: f.e.l.i.c.i.d.a.d.e. assim, parcelável]

As armadilhas e ilusões não mudaram tanto assim. Tampouco as lutas. Muitos não engoliram as mentiras. Também hoje muitos as recusam.

Não fomos nem somos assim tão ingênuos, defendem, registram.
É verdade.

Mas como gritar mais alto que a cacofonia de cores, sabores, aromas, visões baratas?
Como bichos de oceano e costa, sinto-nos como a nos engasgar
em nosso
maravilhoso
e prático
mar
de plástico.

Da cabeça aos pés, dentro-fora, entulhos antinaturais engolimos, vestimos, portamos.

Sinto-nos sendo levados por palavras tão verdadeiras quanto os produtos processados
reconstituídos
idênticos ao natural
aroma e corante
tudo artificial
- inclusive na saciedade -
palavras com o toque certo
de sal e açúcar
e o melhor aroma
para nos convencer de que todas e tantas porcarias
são tudo
de que sempre precisamos...

Dão-nos de comer, de vestir. De sentir. De sorrir.
Nos adoecem. Nos aprisionam.

A colonização
é com correntes de plástico coloridas artificialmente. E ainda pagamos por elas,
para não ficar fora da moda
da alta sociedade vigente.


sexta-feira, maio 19, 2017

Não tenho todas as soluções, nem todas as respostas...

Mas tenho uma enorme vontade de continuar tentando.

quinta-feira, maio 04, 2017

terça-feira, maio 02, 2017

primeiro de maio. dois de maio.

vontade de dizer que sinto saudades.

quarta-feira, abril 19, 2017

Blues

"We have holes in our hearts. We can paper them over, and learn to live with them, but they are still there."
j.j.

sexta-feira, abril 14, 2017

what would happen

if I said - I miss you...?


...


...

terça-feira, abril 11, 2017

bruta flor

Quero continuar conhecendo e convivendo com essa pessoa. Meu peito se amplia e ilumina com o carinho e o encanto e as vontades de estar perto. Quero fazer parte, compartilhar caminhos. Quero ver a vida de perto.
Quero abraçar e sentir reencontros, acolhidas, aconchegos, mais que despedidas...

domingo, março 26, 2017

Mora...

... na filosofia.
Pra quê rimar amor e dor?

quarta-feira, março 22, 2017

Aprender, aprender e aprender.
Compreender, conviver.
Prosseguir.
z.f.

terça-feira, março 21, 2017

muros

Que a chuva caia como uma luva
Um dilúvio, um delírio
Que a chuva traga
Alívio imediato

Que a noite caia
De repente caia
Tão demente quanto um raio
Que a noite traga
Alívio imediato

Há espaço pra todos, há um imenso vazio
Nesse espelho quebrado por alguém que partiu
A noite cai de alturas impossíveis
E quebra o silêncio e parte o coração

Há um muro de concreto entre nossos lábios
Há um muro de Berlim dentro de mim
Tudo se divide, todos se separam
(Duas Alemanhas, duas Coreias)
Tudo se divide, todos se separam

Que a chuva caia como uma luva
Um dilúvio, um delírio
Que a chuva traga
Alívio imediato

Que a noite caia
De repente caia
Tão demente quanto um raio
Que a noite traga
Alívio imediato

(Tudo se divide, tudo se separa
Tudo se divide, tudo se separa)

quinta-feira, março 16, 2017

não ter palavras não significa não ter sentimentos...

sexta-feira, março 10, 2017

Das fotos que não tirei

... no ônibus, à noite, alguém escreveu em um dos bancos - você é a pessoa que queria ser quando crescesse?

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... nas ruas, à noite, floresce como se fosse primavera; o caminho para casa é fresco e adocicado...

quinta-feira, março 09, 2017

Pra não dizer que não falei...

quero falar, também, das flores.
Essas flores que não conversam conosco, vêm sem nos conhecer e amanhã de novo não nos reconhecerão.
A flor que hoje é buquê, mas ontens e amanhãs é tanto mais mordaça, coroas, cravos, porrete, carimbo, régua, coleira.
A flor que é capaz de render homenagens [sem nome] enquanto deixa a nós e nossas histórias no limbo.
As anti-Rosas.
A flor único bom dia do ano.
[Não, veja bem, talvez já não queiramos tantas flores…]
É verdade, 'brigada, como a gente anda mal agradecida...

quarta-feira, março 08, 2017

De julgamentos, papeis, estereótipos, exploração...

A nossa é uma sociedade que se apraz em julgar e dizer que não nos encaixamos. Ela lucra mais com isso... E quanto mais distantes estivermos do modelo perfeito da aristocracia e da riqueza, tanto melhor, pois poderemos ser pecinhas a serviço desta...
"- O amor não deve ser a única verdade?
- Mas para isso, o amor deveria ser sempre verdadeiro. Você conhece alguém que sabe de cara quem ele ama? Não é verdade. Quando você tem 20 anos, não sabe o que ama. Você sabe migalhas, se agarra só à sua experiência. Você diz 'Eu amo isso', é sempre uma mistura. Mas para ser constituído inteiramente daquilo que se ama, é preciso a maturidade. Isso significa buscar. E é essa a verdade da vida."
j-l.g.

segunda-feira, março 06, 2017

resposta...

[...] se 1% da população controla a maior parte da riqueza disponível, o que nós chamamos de “o mercado” reflete o que ‘eles’ acreditam ser útil ou importante, e ninguém mais.
d.g.

quinta-feira, março 02, 2017

os fins justificam os títulos...

O segurança que se aproximou
                                    de mim
Sorriu e disse "bom dia"
...


Mas não deixou
de descansar a mão na pistola,
enquanto me indagava.

"Sorriso armado".

been there.

Eu sou quem sou, e estou onde estou.
Já estive lá (e aqui) antes.
Já tive apertos no peito
e tropeços pelo caminho
e lágrimas nos olhos.

Já olhei para trás antes
Já quis fugir
sumir
ir embora

Já quis que tudo mudasse
Já quis mudar de uma só vez

Mas sinto que sei que não adianta querer
negar ou acelerar as coisas...

Eu poderia ser diferente
E, assim, estar em outro lugar
mas não posso ir mais longe
do que aguento chegar
- nem mais rápido.

[ou quem sabe não agora]

Seja porque e como for,
estes são meus desafios, agora:
- Negá-los, ou apertar o passo, não os fará desaparecer.

Eu posso respirar
posso aprender
E se posso isso,
posso crescer
posso continuar

Não pularei etapas, nem fingirei
estar onde não estou.
Talvez para outros eu pareça
estar parada
ou, quiçá, a andar em círculos.

...

Entretanto, sinto o movimento
- em meus pés
meus passos
meu corpo
dentro, fora.

E sei que há espirais,
mais do que círculos...

Passagens...

Estava voltando para casa, como se estivesse indo para longe, fora de conta.
j.g.r.

quinta-feira, fevereiro 23, 2017

da vida

"A vida acontece quase que totalmente sem aviso prévio ou planejamento."

segunda-feira, fevereiro 20, 2017

do auto conhecimento

Buscar resultados imediatos significa destruir a possibilidade de um completo entendimento.
j.k.

sexta-feira, fevereiro 10, 2017

lutos

Como se soletra a palavra 'saudade'?

Deve ser usado 's' também ao final, para indicar sua multitude de significados...?
"Bandidos:
- onde nascem
- como se reproduzem
- o que comem
- como vivem"
Aguardando o globo repórter que vai descrever em detalhes essa espécie que tá na boca do povo, só respeita quem atira primeiro e não respeita os cidadãos de bem...

quarta-feira, fevereiro 08, 2017

e... uma estranha e um tanto triste sensação de caminhos sem volta...
...

eu

eu

sou uma pessoa
de carne e osso
porra...

inquietações...

Não perca tempo tentando encontrar coisas que você não pode achar...

...
...
?

segunda-feira, fevereiro 06, 2017

perspectivas

Tudo muito claro é ruim pra visão...

sexta-feira, fevereiro 03, 2017

de crenças, papeis, certos e errados

These ideas have only the life we breath into them. They are as real as we can make them seem.
s.f.p.