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domingo, agosto 11, 2019

26.05.2011 (eu acho)

Quero um amor que é outro.
Um amor que não exclui
ou condena.
Amor que não é leviano
fútil
fugaz
superficial
inconsequente
E que tampouco é mesquinho
hipócrita
Um amor que não se negue quando dois
muito o desejem.
Um amor que perceba pessoas,
cheiro, pele, toque, olhar,
respiração, pulsar.
Não exterioridades biológicas.
Amor que rime com carinho
e descoberta
e acolhimento
e aconchego.
Partilha
Que reconhece
e respeita
Não mata
Não sufoca
Não enclausura
Não prende
Não destrói
Não obriga
ou oprime.

Como pode ser livre o amor se não sei suportar?
Como arrancar o tijolo do peito?
Como ser leve o acolhimento, a partilha?

Como converso com este coração que ora palpita em meu peito? O que pode ser um bom caminho, um caminho de amizade e amor e partilha?

Agora este corpo inquieto que não sei o que acalma. Esse juízo levemente enjoado...

Ser grande, grande, grande, grande!

Quantas estranhezas sinto agora?

Apesar de sentir este aperto no peito, eu me amo e me aceito profundamente...

sábado, março 16, 2019

Como lidar, como resolver, como integrar tanta saudade enredada nos recônditos escuros, no peito...?

quinta-feira, abril 19, 2018

cumplicidade.....

sábado, dezembro 16, 2017

16 de dezembro, 2017

O passado não reconhece
o seu lugar:
está sempre presente...
m.q.

segunda-feira, outubro 09, 2017

Deste nosso mundo. E de mudanças.

"O mundo não é. O mundo está sendo. Como subjetividade curiosa, inteligente, interferidora na objetividade com que dialeticamente me relaciono, meu papel no mundo não é só o de quem constata o que ocorre, mas também o de quem intervém como sujeito de ocorrências. Não sou apenas objeto da História, mas seu sujeito igualmente. No mundo da História, da cultura, da política, constato não para me adaptar, mas para mudar."
p.f.