segunda-feira, novembro 29, 2010

Divagações em psicologia social

Estava respondendo a um e-mail que achei engraçado, agora há pouco.

Apesar da graça, praticamente não esbocei, com gestos, músculos, minha emoção, um sorriso - digitei "rsrs", mas realmente achei o fato engraçado.

Dei-me conta então da importância do outro para a expressão das emoções, ou de alguma emoção, ou, quem sabe para a intensidade com que expressamos uma emoção.

Em parte, penso que meu cérebro deve ter agido pensando que, afinal, se não haveria ninguém para ver o tal sorriso, para que seria necessário sorrir? O único feedback de "graça" que poderia dar para quem me fez rir, afinal, eram letrinhas organizadas em alguma palavra ou expressão que denote isto...

Não estou negando a universalidade das emoções, nem esquecendo que somos capazes de rir, e (talvez muito mais) chorar sozinhos. Mas parece-me fazer sentido essa questão do feedback...

quarta-feira, novembro 24, 2010

É um mar de confusões.

De repente, só queria que tudo fosse tranquilo e leve, e não me sentir estranha por sentir vontade de desejar boa noite...

terça-feira, novembro 23, 2010

23 de novembro - 4

Eu fico o tempo todo pensando "....certo", "...errado" agora. Isso é um exagero. Mas uma parte minha parece sempre preocupada em não machucar, não pisar na bola, não "estragar tudo".
Não pisar na bola. Não invadir os espaços. Não ser grudenta.
Me colocar no lugar do outro. Não criar expectativas. Não perder a cabeça. Não me magoar.
Como se o passado não pudesse ficar para trás. Como se qualquer palavra pudesse desencadear uma nevasca. Como se fosse impossível que as coisas sejam tranquilas comigo.
Como se não houvesse chances de acreditar em mim ou nessa história. Como ser impossível se redimir, e estar errado para sempre. Como ter cometido um crime abominável.
Não sou abominável. Nem imperdoável.
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Eu tenho uma porção de choros...
Talvez o melhor seja ficar quieta e dormir.
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Como se estivesse errada a priori, de agora em diante.
Como se o melhor fosse ficar calada.
E então o desânimo é meu...
Àsvezes, chegar em casa, e ter de abdicar do silêncio e da solidão que permite cultvar pensamentos e reflexões incomoda um pouco...

Porvezes, estar em casa tem significado interação demais

segunda-feira, novembro 22, 2010

enfrentar os medos...

terça-feira, novembro 16, 2010

Eu escrevo.

Eu leio.

Eu penso.

Eu choro.

Eu postergo.

Eu procrastino.

Eu sigo tentando encontrar os melhores caminhos.

Às vezes, apenas um bom caminho.

Às vezes, um caminho, apenas.

Eu carrego livros e coisas de um canto a outro.
Busco um canto.

Canto, nos intercursos.

Eu me encanto. Eu tenho esperanças.

Eu me crispo, me fecho. Eu sinto vontade de chorar, ou ir embora. Ou os dois.

Eu sigo ao lado. Eu rio junto. Eu brinco. Eu entendo.

Eu não entendo. Eu quero situações diferentes. Eu olho pela janela, busco o além.

Eu me despeço. Eu sinto medo.

Eu sinto saudades, mas, se der, não ligo.

Eu abraço, eu pularia nos braços, eu sigo na contramão.

Eu repenso, reflito, revejo, desejo, resisto, ensaio, desisto. Me culpo. Insisto.

Eu sigo enfrentando a onda. Buscando as portas e as chaves. Sigo buscando afagar. Eu sigo acreditando que faz sentido. Sigo sentindo carinho, encanto, encontro. Sigo aprendendo a calar.

Sigo sem saber se quero saber. Sigo evitando. Olhando para os lados. Me mordendo de curiosidade. Fugindo da dor.

Eu sigo porque acredito. Mesmo que haja gelo, dureza, frio, vazio. Mesmo que o caminho esteja bifurcado. Doendo por dentro. Reconstruindo os pedaços. Aprendendo e me ensinando que não sou escória.

Eu não sei se me abro, se me fecho. Eu não quero fechar as portas. Talvez devesse manter apenas janelas. Eu olho, através das letras, a trilha não planejada ou predita que tento seguir. Eu olho e não sei se é o caminho, e não sei qual é o destino, mas vou tentando fazer o que acredito que levará além...

Eu sinto falta de espaços e aberturas e alegrias e cumplicidades. Talvez eu devesse sentir falta de mim. Eu penso e olho e penso se de fato estou seguindo as trilhas certas. E imediatamente me digo que não há este ou aquele caminho, não há uma fórmula, uma panaceia. Há este universo de fios pelos quais podemos tentar nos equilibrar.

Eu escrevo e penso e lembro e reflito e acredito e tento ter esperança e choro...

Eu penso nas mágoas. Eu tento não me magoar. Não me comparar. Eu tento me explicar que somos amplos e vários... Eu penso nas mágoas. Eu me culpo, mas não culpo.

Eu busco aprender como ajudar a curar...

segunda-feira, novembro 15, 2010

Sentindo mais necessidade de refletir e escrever, por estes dias...

Por hora, algo rápido.

E talvez bobo, ou piegas.

Sim, eu acredito e acredito no amor.

domingo, novembro 07, 2010

entre buscar a solidão e o conforto silencioso da companhia

sábado, novembro 06, 2010

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caminhada

buscar fazer o que precisa ser feito.

eis um bom sentido...
colo, silêncio, aconchego...