segunda-feira, abril 26, 2010

Não gosto, não queria, mas às vezes fico com minhoquinhas na cabeça e com o peito apertado...

quinta-feira, abril 22, 2010

Machucados...

minha mãe sempre lembra de uma vez, quando eu era pequena e estava aprendendo a andar, em que caí.

Sem alardes, sem gritos, claro, com algum susto meu e outro - talvez maior - em minha mãe, levantei, limpei as mãozinhas (um dia foram ainda menores do que são hoje) e disse
- Caji caí, caji caí...
Segui andando. Acho que não fiquei com muitos traumas. Não desse dia, enfim.
[...]
Tá certo que ser prevenido é importante.

Mas às vezes eu preferia simplesmente levantar empolgada pra seguir andando.
(a propósito de um Caetano que ainda pesa. e sabendo que em verdade há pesos bem mais difíceis de lidar... e de curar, também)

domingo, abril 18, 2010

Cancíon de Las Simples Cosas

Uno se despide insensiblemente de pequeñas cosas,
Lo mismo que un árbol en tiempos de otoño muere por sus hojas.
Al fin la tristeza es la muerte lenta de las simples cosas,
Esas cosas simples que quedan doliendo en el corazón.

Uno vuelve siempre a los viejos sitios en que amó la vida,
Y entonces comprende como están de ausentes las cosas queridas.
Por eso muchacho no partas ahora soñando el regreso,
Que el amor es simple, y a las cosas simples las devora el tiempo.

Demorate aquí, en la luz mayor de este mediodía,
Donde encontrarás con el pan al sol la mesa servida.

Por eso muchacho no partas ahora soñando el regreso,
Que el amor es simple, y a las cosas simples las devora el tiempo.

C.I.

sábado, abril 17, 2010

Até que alguém ache que eu valho a pena
e eu achar que esse alguém vale a pena
eu vou caminhar
e vai doer
seguirei caminhando
e continuará doendo
e continuarei caminhando...

Até que algum dia tenhamos clareza.
às vezes me sinto caminhando quase que só pra "manter a honra".
é como se fosse um fim a cada dia...
não sei o que isso quer dizer exatamente, mas a sensação em parte é essa - estar acabando, e acabando, e acabando, e acabando...

não sei o que isso quer dizer.

mas quase todos os dias, é como se fosse mais um fim.

e o tempo passa de um jeito estranho.
Esse queimar que me sobe às faces, aos ouvidos, essa inquietação, o coração descompassado, acelerado - são fruto de algo real ou de uma cabeça, um coração que persistem em se machucar...?
Os dias começam a ficar mais bonitos.

O mar precisa leva tempo para se recuperar...

Mas se recupera...

quinta-feira, abril 15, 2010

Último Romance

Eu encontrei quando não quis
Mais procurar o meu amor
E quanto levou foi pr'eu merecer
Antes um mês e eu já não sei

E até quem me vê lendo o jornal
Na fila do pão, sabe que eu te encontrei
E ninguém dirá que é tarde demais
Que é tão diferente assim
Do nosso amor a gente é que sabe, pequena

Ah vai!
Me diz o que é o sufoco que eu te mostro alguém
Afim de te acompanhar
E se o caso for de ir à praia eu levo essa casa numa sacola

Eu encontrei e quis duvidar
Tanto clichê deve não ser
Você me falou pr'eu não me preocupar
Ter fé e ver coragem no amor

E só de te ver eu penso em trocar
A minha TV num jeito de te levar
A qualquer lugar que você queira
E ir onde o vento for
Que pra nós dois
Sair de casa já é se aventurar

Ah vai, me diz o que é o sossego
Que eu te mostro alguém afim de te acompanhar
E se o tempo for te levar
Eu sigo essa hora e pego carona pra te acompanhar

R.A.

terça-feira, abril 13, 2010

no fim das contas o medo nem sempre é só fruto de maluquices da nossa cabeça...

domingo, abril 11, 2010

Eu escreveria

Se ajudasse a não pensar no que não faz bem pensar.
Se ajudasse o tempo a passar.
Se achasse que conseguiria fazer algo realmente bom.
Se fosse capaz de reencantar,
curar,
mostrar novos caminhos.

Para diminuir os "se".

Talvez eu escreva...
Acontece quase sempre que fico triste e precisando reestruturar coisas.
Fecho-me um tanto.
Menos conversas, menos exposição, mais quietude.

Não o tempo todo.

Mas acabo preferindo ficar quieta, sem tantas novidades ou socializações.

sexta-feira, abril 02, 2010

Às vezes os dias parecem longos demais...
Foi uma reflexão de hoje, enquanto caminhava pela rua.

Se eu vejo 5, 10, 50 reais no chão, ou imagino ver um óculos, ou algo do gênero, eu penso em pegar. É algo de valor.

Quantas vezes eu passei por uma pessoa deitada no chão, em algum canto, e senti vontade de recuperá-la?

Qual o valor que aprendemos a dar pra vida...?

quinta-feira, abril 01, 2010

E se eu sentir vontade de desejar bom dia, de manhã cedo...?

... Bom dia !

Vou te esperar, se quiseres voltar...