g.g.
quarta-feira, outubro 08, 2014
domingo, setembro 14, 2014
poesia...
"Se a poesia não serve para apressar o meu sangue, para abrir de repente janelas sobre o misterioso, para ajudar-me a descobrir o mundo, para acompanhar este desolado coração na solidão e no amor, na festa e no desamor, para que me serve a poesia?"
e.c., apud g.g.m.
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quarta-feira, setembro 03, 2014
03.09.2014
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segunda-feira, agosto 18, 2014
18.08.2014
I feel in love with life.
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quinta-feira, julho 31, 2014
31.07.2014
did he die alone, in the rain?
did he?
he who was orange and warm
a furry sun
coming to wake me up every morning
he who was sweet
young
independent
full of energy
free
he who found peace
a comforting place
to be
he is still on my window
golden as the morning sun
eye kissing me
he is still dreaming on the couch
relaxed,
open,
impossibly stretched
completely safe
he is still around the house
playing with boxes
chasing ginger
climbing things to steal some food
some love
he is still on my window
feeling the soft warmth of the morning sun
our golden lucky jack cat
did he?
he who was orange and warm
a furry sun
coming to wake me up every morning
he who was sweet
young
independent
full of energy
free
a comforting place
to be
he is still on my window
golden as the morning sun
eye kissing me
he is still dreaming on the couch
relaxed,
open,
impossibly stretched
completely safe
he is still around the house
playing with boxes
chasing ginger
climbing things to steal some food
some love
he is still on my window
feeling the soft warmth of the morning sun
our golden lucky jack cat
sábado, julho 26, 2014
26.07.2014
I don't know...
(But maybe I shouldn't have to know right now. Maybe I should just do what I have to do...)
(But maybe I shouldn't have to know right now. Maybe I should just do what I have to do...)
quarta-feira, julho 02, 2014
Reflexões... (gostei, mas sinto que não concordo de todo)
"Sou, por ofício, um romancista. Acredito tratar-se de um ofício inofensivo, ainda que não venha a ser considerado respeitável por alguns. Romancistas colocam palavras vulgares na boca de seus personagens e os descrevem fornicando e fazendo necessidades. Além disso, não é um ofício útil, como o de um carpiteiro ou de um confeiteiro. O romancista faz o tempo passar para você entre uma ação útil e outra; ajuda a preencher os buracos que surgem na árdua trama da existência. É um mero recreador, um tipo de palhaço. Ele faz mímica e gestos grotescos; é patético ou cômico e, às vezes, os dois; ele faz malabarismos com palavras, como se estas fossem bolas coloridas.
O uso que ele faz das palavras não deve ser levado excessivamente a sério. O presidente dos Estados Unidos usa palavras; o médico, o mecânico, o general do exército e o filósofo usam palavras; e essas palavras parecem estar relacionadas ao mundo real, um mundo em que impostos precisam ser arrecadados e depois evitados; carros precisam ser dirigidos, doenças, curadas; grandes pensamentos, pensados; batalhas decisivas, travadas. nenhum criador de enredos ou personagens, por maior que seja, deve ser considerado um pensador sério, nem mesmo Shakespeare. Na realidade, é difícil saber o que o escritor criativo realmente pensa, pois ele se esconde atrás de suas cenas e de seus personagens. E quando os personagens começam a pensar e a expressar seus pensamentos, não se trata, necessariamente, dos pensamentos do escritor. Macbeth pensa uma coisa e Macduff, algo diametralmente oposto; as ponderações do Rei não são as mesmas de Hamlet. Até mesmo o dramaturgo trágico é um palhaço, soprando uma melodia triste em um trombone velho. E então seu ânimo trágico se esgota e ele se torna um bufão, cambaleando por aí e plantando bananeiras. Nada que deva ser levado a sério.
Por vezes, entretanto, um mero recreador como eu pode ser tragado a contragosto para a esfera do pensamento "sério". Ele se vê forçado a dar sua opinião sobre questões profundas. A causa dessa obrigação pode ser um repentino interesse público por um de seus romances - um livro que ele tenha escrito sem considerar profundamente o significado, cujo objetivo era render algum dinheiro para pagar o aluguel, mas que acabou adquirindo uma importância não prevista pelo autor. Ou pode ser um romance em que, graças a uma preocupação ou a um rancor irredutível em relação a algo que acontece no mundo real, o romancista - para seu próprio arrependimento - cria algo menos recreativo do que o normal; algo mais assemelhado a um sermão ou a uma declaração homilética ou didática - e a elaboração de tais coisas não é, na realidade, a função do romancistas."
a.b. laranja mecânica
Reflexões de cadernos de faculdade - 2
"É preciso o grito,
a loucura,
qualquer coisa,
menos este silêncio mortal,
este silêncio de gelo."
m.g.
--------------
"Todo homem é culpado pelo que não fez."
v.
---------------------------------
"O céu é um mar de peixes com asas."
"A felicidade é um rio sem cabimento, numa rua sem marca ou medida..."
j.f.r.
a loucura,
qualquer coisa,
menos este silêncio mortal,
este silêncio de gelo."
m.g.
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"Todo homem é culpado pelo que não fez."
v.
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"O céu é um mar de peixes com asas."
"A felicidade é um rio sem cabimento, numa rua sem marca ou medida..."
j.f.r.
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Vida em linha reta
Todos estão por demais preocupados
com sua formação
seu salário
seu status social
É preciso pensar em alcançar
o padrão estético
o padrão de consumo
o padrão de relacionamento
o americano padrão
Ser bem sucedido então
é uma corrida
pelo primeiro
o segundo
o 13º
bilhão
Não há valor em ser solidário
preocupar-se com algo que não sua vida
Mind your own business
e tudo ficará bem.
Garantido seu patamar,
sua cobertura,
seu chalé a beira-mar,
seu carro importado
filhos educados,
mulher siliconada
Pague sua previdência privada
troque os bem duráveis
a cada 2 anos (ou seis meses)
tire férias em locais caros e exóticos
poste as alegres fotos
seja feliz nas redes sociais
E aproveite seu sucesso
em um belo e confortável
caixão feito a mão
esculpido em madeira de lei e veludo.
com sua formação
seu salário
seu status social
É preciso pensar em alcançar
o padrão estético
o padrão de consumo
o padrão de relacionamento
o americano padrão
Ser bem sucedido então
é uma corrida
pelo primeiro
o segundo
o 13º
bilhão
Não há valor em ser solidário
preocupar-se com algo que não sua vida
Mind your own business
e tudo ficará bem.
Garantido seu patamar,
sua cobertura,
seu chalé a beira-mar,
seu carro importado
filhos educados,
mulher siliconada
Pague sua previdência privada
troque os bem duráveis
a cada 2 anos (ou seis meses)
tire férias em locais caros e exóticos
poste as alegres fotos
seja feliz nas redes sociais
E aproveite seu sucesso
em um belo e confortável
caixão feito a mão
esculpido em madeira de lei e veludo.
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20/05/2009
15/05/2009
Qual meu foco? O que me guia e move?
---------------
20/05/2009
Se não descobrir, sozinha, para onde quero ir, continuarei com esse estranhamento, com essa sensação de estar ficando pra trás. Me inquieto. Me inquieta. Faz-me mal. Mas não consigo, ainda, entender isso direito. Não sou senhora de meu tempo, não consigo fazê-lo render. "Quero" tudo, por não me sentir ligada a nada. Quero ser boa, quero "ir bem" nas coisas, gostaria de ser reconhecida. Por quê? Para quê? Esse esvaziamento de metas, focos, quiçá valores talvez seja o que justamente me impede de fazer algo.
Os olhos pesam, a cabeça aquieta, o pensamento flutua. Estou com sono. Não estou perdida, mas tenho dificuldade em prestar atenção. Ainda não me encontrei. Ainda não estou vívida, vivaz, tenaz. Ainda sinto falta de ideias próprias. Isso me incomoda um pouco. Estou com sono...
Me sinto estranha nessa situação de "não estar 'construindo', consolidando, nada"... O que eu queria? Estou realmente acostumada ao pensamento brotar-me, ao conhecimento cair-me de pára-quedas?
------------
21/08/2009
Preciso urgentemente pensar no que quero. Mas num querer outro, diferente deste querer arrancar os cabelos e rasgar a carne até fazer parar de pensar os miolos e de doer o peito.
Pensar no que quero a um pouco mais de longo prazo - um mês, uma semana, dois meses, um ano.
Nos níveis que der.
Eu quero não ligar......................................................................
nem me importar que não doa que não passe nenhuma sensação. No máximo, que eu fique feliz pelos OUTROS, os outros, que não são eu.
Que não têm nada a ver comigo.
-----------
Hoje: é interessante olhar pra trás e ver essas coisas. Encontrá-las, na verdade, depois de tanto tempo. Acho que realmente um ciclo se fecha. Não me sinto mais assim. Fico feliz com isso. Mas quis guardar, para lembrar de coisas que me angustiam e para onde não quero voltar...
(mais: eu definitivamente não estava bem nesse período...)
Qual meu foco? O que me guia e move?
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20/05/2009
Se não descobrir, sozinha, para onde quero ir, continuarei com esse estranhamento, com essa sensação de estar ficando pra trás. Me inquieto. Me inquieta. Faz-me mal. Mas não consigo, ainda, entender isso direito. Não sou senhora de meu tempo, não consigo fazê-lo render. "Quero" tudo, por não me sentir ligada a nada. Quero ser boa, quero "ir bem" nas coisas, gostaria de ser reconhecida. Por quê? Para quê? Esse esvaziamento de metas, focos, quiçá valores talvez seja o que justamente me impede de fazer algo.
Os olhos pesam, a cabeça aquieta, o pensamento flutua. Estou com sono. Não estou perdida, mas tenho dificuldade em prestar atenção. Ainda não me encontrei. Ainda não estou vívida, vivaz, tenaz. Ainda sinto falta de ideias próprias. Isso me incomoda um pouco. Estou com sono...
Me sinto estranha nessa situação de "não estar 'construindo', consolidando, nada"... O que eu queria? Estou realmente acostumada ao pensamento brotar-me, ao conhecimento cair-me de pára-quedas?
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21/08/2009
Preciso urgentemente pensar no que quero. Mas num querer outro, diferente deste querer arrancar os cabelos e rasgar a carne até fazer parar de pensar os miolos e de doer o peito.
Pensar no que quero a um pouco mais de longo prazo - um mês, uma semana, dois meses, um ano.
Nos níveis que der.
Eu quero não ligar......................................................................
nem me importar que não doa que não passe nenhuma sensação. No máximo, que eu fique feliz pelos OUTROS, os outros, que não são eu.
Que não têm nada a ver comigo.
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Hoje: é interessante olhar pra trás e ver essas coisas. Encontrá-las, na verdade, depois de tanto tempo. Acho que realmente um ciclo se fecha. Não me sinto mais assim. Fico feliz com isso. Mas quis guardar, para lembrar de coisas que me angustiam e para onde não quero voltar...
(mais: eu definitivamente não estava bem nesse período...)
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guerras
"... A morte do povo foi como sempre tem sido: como se não morresse ninguém, nada, como se fossem pedras que caem sobre a terra, ou água sobre água."
p.b.
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Reflexões de cadernos de faculdade - 1
"Quanto tempo da cabeça das pessoas o medo ocupa?"
b.v.
"Nem só de binários viverá o homem."
j.f.r.
b.v.
"Nem só de binários viverá o homem."
j.f.r.
21/08/2009
Compostura
Tenho o interior trêmulo
das lágrimas que não posso chorar
agora.
Quisera poder desaguá-las!
Encolher-me
Calar-me
Seguir
outros rumos.
Tenho o interior trêmulo
das lágrimas que não posso chorar
agora.
Quisera poder desaguá-las!
Encolher-me
Calar-me
Seguir
outros rumos.
segunda-feira, junho 30, 2014
So the light shines...
Imagine a rusty bolt on the garden door, which has been set wrong, or the door has sagged on its hinges since it was put on, and for years that bolt has never been shot efficiently: except by hammering it, or by lifting the door a little, and wriggling it home with effort. Imagine then that the old bolt is unscrewed, rubbed with emery paper, bathed in paraffin, polished with fine sand, generously oiled, and reset by a skilled workman with such nicety that it bolts and unbolts with the pressure of a finger – with the pressure of a feather – almost so that you could blow it open or shut. Can you imagine the feelings of the bolt? They are the feelings of glory which convalescent people have, after a fever. It would look forward to being bolted, yearning for the rapture of its sweet, successful motion.
For happiness is only a by—product of function, as light is a by—product of the electric current running through the wires. If the current cannot run efficiently, the light does not come. That is why nobody finds happiness, who seeks it on its own account. But man must seek to be like the working bolt; like the unimpeded run of electricity; like the convalescent whose eyes, long thwarted in their sockets by headache and fever, so that it was a grievous pain to move them, now flash from side to side with the ease of clean fishes in clear water. The eyes are working, the current is working, the bolt is working. So the light shines. That is happiness: working well.
t.h.w., The book of Merlin
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quinta-feira, junho 26, 2014
almost there
Eu tenho tanta alegria adiada, abafada, quem dera gritar - tou me guardando pra quando o carnaval chegar.
c.b.
domingo, junho 22, 2014
life...
I want to paint people with my words...
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things that never fail
‘The best thing for being sad,’ replied Merlyn, beginning to puff and blow, ‘is to learn something. That is the only thing that never fails. You may grow old and trembling in your anatomies, you may lie awake at night listening to the disorder of your veins, you may miss your only love, you may see the world about you devastated by evil lunatics, or know your honour trampled in the sewers of baser minds. There is only one thing for it then – to learn. Learn why the world wags and what wags it. That is the only thing which the mind can never exhaust, never alienate, never be tortured by, never fear or distrust, and never dream of regretting. Learning is the thing for you. Look at what a lot of things there are to learn – pure science, the only purity there is. You can learn astronomy in a lifetime, natural history in three, literature in six. And then, after you have exhausted a milliard lifetimes in biology and medicine and theo—criticism and geography and history and economics – why, you can start to make a cartwheel out of the appropriate wood, or spend fifty years learning to begin to learn to beat your adversary at fencing. After that you can start again on mathematics, until it is time to learn to plough.’
t.h.w. Once and a future king, The sword in the stone.
--
E fazer boa arte. (:
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quinta-feira, junho 19, 2014
terça-feira, junho 10, 2014
Moloko veshka
(...) Ele estava em outro mundo mesmo, bem distante, lá em órbita, e eu sabia bem como era isso, pois já tinha experimentado essa sensação como todo mundo, mas daquela vez fiquei pensando que era uma veshka tipo assim meio covarde. Ó, meus irmãos. Você fica ali jogado depois de tomar o bom e velho moloko e aí fica com a messel de que tudo ao seu redor meio que já aconteceu antes. Você até consegue videar tudo direitinho, tudo mesmo, com muita clareza - as mesas, o estéreo, as luzes, as esticas e os maltchiks - mas era como se fosse uma veshka que antes estava lá mas agora não está mais. E você ficava assim meio que tipo hipnotizado pela sua bota ou pelo seu sapato ou pela unha, tanto faz, e ao mesmo tempo você ficava meio como se te pegassem pelo cangote e sacudissem que nem um gato. Você é sacudido sem parar até não sobrar mais nada. Você perde seu nome, seu corpo, seu eu e não está nem aí, e espera até sua bota ou sua unha ficarem amarelas, e ficarem cada vez mais amarelas. Então as luzes começam a piscar como explosões atômicas e a bota ou a unha ou, também pode acontecer, uma sujeirinha no fundo das suas calças se transforma num mesto grande grande grande, maior que o mundo inteiro, e aí você vai justamente ser apresentado ao bom e velho Bog ou Deus quando tudo acaba. Você volta pro lado de cá e aí fica meio que gemendo baixinho, com a rot toda buábuá. Agora, isso é muito bacana, mas também é muito covarde. Você não foi posto neste mundo só para entrar em contato com Deus. Esse tipo de coisa pode sugar toda a força e a virtude de um tchelovek.
a.b. Laranja Mecânica
quarta-feira, junho 04, 2014
melhorando...?
(...)
Você sabia que nessa Idade das Trevas visível da janela de Guenevere havia tanta decência no mundo que a Igreja Católica podia impor uma paz a todas as lutas - a chamada Trégua de Deus -, que durava de quarta-feira à segunda, assim como em todo período do Advento e da Páscoa? Você acha que eles, com suas Batalhas, Fome, Peste Negra e Servidão, eram menos ilustrados que nós, com nossas Guerras, Bloqueio, Influenza e Recrutamento? Mesmo que fossem imbecis o suficiente para acreditar que a Terra era o centro do universo, nós também não acreditamos que o homem é a flor mais fina da criação? Se um peixe leva milhões de anos para se transformar em réptil, será que o Homem, nas nossas poucas centenas de anos, modificou-se a ponto de se tornar irreconhecível?
t.h.w. A chama ao vento
------
Did you know that in these dark ages which were visible from Guenever’s window, there was so much decency in the world that the Catholic Church could impose a peace to all their fighting – which it called The Truce of God – and which lasted from Wednesday to Monday, as well as during the whole of Advent and Lent? Do you think that they, with their Battles, Famine, Black Death and Serfdom, were less enlightened than we are, with our Wars, Blockade, Influenza and Conscription? Even if they were foolish enough to believe that the earth was the centre of the universe, do we not ourselves believe that man is the fine flower of creation? If it takes a million years for a fish to become a reptile, has man, in our few hundred, altered out of recognition?
t.h.w. The candle in the wind
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