quarta-feira, novembro 12, 2008
domingo, novembro 09, 2008
quarta-feira, novembro 05, 2008
domingo, novembro 02, 2008
sábado, novembro 01, 2008
terça-feira, outubro 28, 2008
terça-feira, outubro 21, 2008
quinta-feira, outubro 16, 2008
sábado, outubro 11, 2008
sexta-feira, outubro 10, 2008
terça-feira, setembro 30, 2008
trilha sonora da noite
jorge drexler
fingi na hora rir
guitarra y vos
retrato pra iaiá
dentre outras
(daria até pra passar um bom tempo assim)
segunda-feira, setembro 29, 2008
domingo, setembro 28, 2008
quinta-feira, setembro 25, 2008
apertado
Talvez por o coração ter se desenganado um tanto, (erroneamente?) com essa história de se dar.
Senti sua falta, és importante para mim!
"Ok."
Melhor que perder a compostura seja talvez fingir que foi engano, né. Vai saber.
terça-feira, setembro 23, 2008
quarta-feira, setembro 17, 2008
quinta-feira, setembro 04, 2008
quinta-feira, agosto 28, 2008
quarta-feira, agosto 27, 2008
segunda-feira, agosto 25, 2008
sábado, agosto 23, 2008
considerações sobre a rede
queria que fosse o meu nome...
segunda-feira, agosto 18, 2008
sexta-feira, agosto 15, 2008
quinta-feira, agosto 14, 2008
satisfação nas coisas simples
segunda-feira, comprei um
usei-o hoje
é tão grande que dá a impressão de que vai engolir meu dedo, cada vez que o aproximo para cortar uma unha da mão,
ou então fico espantada e feliz ao verificar que - milagre! - não abri nem um mínimo talho em um dedo do pé após aparar algum cantinho.
é um bom cortador, e é muito boa a sensação de digitar com as unhas curtas.
terça-feira, agosto 12, 2008
Senhor do Tempo
bobagens. nevermind.
Vim dirigindo para casa. Coloquei a música bem alto, e, quando dava, cantava meio gritado. Nas ruas, algumas crianças vinham quase fora da calçada. Às vezes, pela mão, mas as crianças próximas da rua, enquanto os pais estavam na parte "de dentro" da calçada. Carros com luzes fortes. Carros na contra-mão. Motos na contra-mão.
Venho pensativa. Venho pensando no que quero escrever. No que preciso fazer. Em você. E me mantendo atenta, de algum modo.
Hoje sonhei. Dentro do sonho eu estava triste por várias razões, e ia para um quarto chorar. De passagem, te via chorando em outro cômodo. Eu esperava um tanto, para ver se me vias, e vinhas falar comigo, dizer que não irias agüentar ficar longe de nós. Então eu parava pra conversar contigo, sentamos para conversar. Te beijei. Nos beijamos. Te pedi em casamento. Disseste que isso era bom. Gostares disso foi ainda melhor.
No sonho eu acordava e estava triste e preocupada por ter dormido até muito tarde, pois precisava ir trabalhar. E porque... porque sentir tudo que ando sentindo me deixa um tanto assim. Eu te procurava, sentia vontade de chorar, também...
Acordei e também tinha dormido mais do que podia.
Eu te beijaria além do sonho, se quisesses. E te faria sorrir de todos os modos que conseguisse!
Mas talvez ter alguém dizendo que sonhou contigo há cada dois dias não seja o que planejaste (20:20:20) ou o que queres. Ou não te agrade.
Escrevo.O tempo todo há garotas gostando de garotas, e eventualmente algumas sofrem por conta disso, e não há nada de especial nisso, certo????
Seria bom ter alguém com quem conversar sobre estas coisas todas... =X Escrevo aqui porque... porque não quero ficar enchendo o saco, mais. Não quero ser chata, resumindo.
segunda-feira, agosto 11, 2008
sábado, agosto 02, 2008
sexta-feira, agosto 01, 2008
segunda-feira, julho 28, 2008
sábado, julho 19, 2008
segunda-feira, julho 07, 2008
sábado, julho 05, 2008
todos os números interessantes
que às vezes me fazem pensar que não há acaso:
(começando, de agorinha...)
21:31:31
21:32:23
22:26:26
promessa?
que a ansiedade incomodar,
que já não estiver conseguindo trabalhar, mesmo, porque as coisas no peito-cabeça não deixam, hei de escrever.
pra mim.
risco - em dias como hoje, escrever pra sempre.
ansiedade lá, expectante.
sufoco - perna balançando, sinal de noite mal-dormida, de trabalho ainda não cumprido.
ansiedade assistindo a tudo. de cinco em cinco minutos, chama-lhe a atenção para algo.
sufoco ficando agoniado e agoniado.
- que é que queres, aí, esse tempo todo?
ansiedade - quem quer é você. eu, só quero garantir que não vou perder nenhum detalhe.
sufoco se acabrunha.
- me deixa. vou me enterrar no trabalho.
peito da ansiedade aperta.
- é mesmo? que vai ser de tudo?
- tudo o quê?
- tudo que tá te esperando pra acontecer.
- ainda espera??
sufoco...
sexta-feira, julho 04, 2008
No ponto. No ônibus. Por aí.
Afobado, tiou do bolso uns versos velhos que não tivera tempo de terminar.
"Eco
Oco:
eu"
"Versátil (volátil)
Volúvel
Retrátil."
Não se entenderam bem.
Ela, mil interpretações. Ele, sem tempo pra alguém. Foram-se: ansioso, sufocada.
- - -
Escrever/ pensar/ desaguar incessantemente.
Uns momentos internos. Ou pelo menos a mim dedicados.
Pensarei cá com meus botões. (nos reais zíperes que quero abrir)
Talvez deixe pistas, que afinal talvez tenha nascido, mesmo, para contar. Mas talvez não diga assim, diretamente.
Afinal aprender a falar ou a calar, dá no mesmo: se a idéia principal é refletir sobre o que há para ser dito.
Vou me internar em leituras e códigos e poemas?
Buscarei fazer mais? Descobrir minhas músicas. Meus ritmos. Minhas letras.
Não necessariamente ficar só. Escolher entretanto estar em mim, ao está-lo.
Buscar caderno sem pauta e escrevê-lo todo.
A história é uma cicatriz nas páginas. Ou um desenho.
Quero uma torrente de idéias pra lavar a cabeça.
Quero que a vida flua, e quero estar consciente na correnteza. Sendo eu quem a provoque ou não.
Diacho é que gosto de me mostrar. Acho que vou me descobrir uma voyeur das idéias.
Despir-me-ei com as janelas abertas. No escuro, contudo. Só desejarei que me espiem aqueles que tiverem decidido me procurar.
Encontro vontade de escrever muito. Eis o que gosto.
Onde me acho.
Tudo aquilo que trabalhe a vida das mãos.
Incertada certeza de minhas vontades, talvez, sem mágoas, recolha-me um pouco.
Dá-me sono.
- - -
Não sei se leio, como alimento, ou se me resguardo, para evitar ser claramente tentada por idéias que não são minhas.
Hoje eu levaria todos os dias o caderno para onde quer que fosse. Escreveria quando e como desse vontade.
Quero crescer. A escrita. Voltar a tocar, com ela.
Desafogar o peito de todas as palavras não ditas, malditas, desditas, benditas.
Centrar-me.
Centrar-nos-emos.
Tudo ao nosso tempo.
- - -
Peito ficou leve após tanta escrita. Não quero que isso passe, ainda que deseje escrever coisas intensas.
quarta-feira, julho 02, 2008
notícias do mundo pós primeira versão lançada
Todos aqui, trabalhando. Amanhã vamos lançar uma versão mais nova, com menos bugs e mais documentação.
O dia está azul e fresco, o humor está leve.
Tenho enormes fones de ouvido precariamente presos na cabeça, e ouço "Sea Of Love". Alto.
Canto um tanto, também, e meus amigos ouvem uma voz cansada-desafinada-aliviada acompanhando Cat Power. De novo e de novo.
come with me, my love, to the sea
the sea of love
quinta-feira, junho 26, 2008
vida...
o mais importante e bonito, do mundo, é isto:
que as pessoas não estão sempre iguais,
ainda não foram terminadas,
mas elas vão sempre mudando.
Afinam e desafinam.
Verdade maior,
que a vida me ensinou"
João Guimarães Rosa in Grande Sertão, Veredas
terça-feira, junho 24, 2008
hoje acordei meio Forrest
Não sei se fuga ou precisão de arejar as idéias...
Vontade de sair correndo.
sexta-feira, junho 13, 2008
quarta-feira, junho 11, 2008
como desarmar uma pessoa noiada
use o verbo repetir.
misture os ingredientes com uma dose de objetividade.
finalize com la belle essência.
:}
anseios de um lado para o outro.
tua tranquilidade
o que eu disse que tinha se perde nessa história toda
haja coisa pra ficar na cabeça e no peito e nas entranhas.
haja tua lembraça a perambular por aqui.
haja receio de ser boba ou pesada ou chata. sinto vontades de falar. cabeça nóia um pouco.
ser pequena pra algumas coisas dá nisso...
perto perto perto longe longe.
ficar zen.
surreal
às vezes tudo parece surrealmente distante e sem sentido
às vezes tudo parece estranho
/* "ontem" recebi uma ilustre visita. */
a vida anda em guinadas loucas.
sexta-feira, maio 30, 2008
desejo ver seu sorriso a iluminar seus olhos verdes
desejo fazer nascer sorrisos e olhares doces
quero a sorte grande de sua boca umedecida,
da sensação de vazio por estar perto-perto-perto neste momento
o vazio estranho que a ansiedade traz
o vazio de querer sentir sua boca
- ansieadade -
a maciez, a textura. o gosto
próprios.
o toque da pele.
a respiração. a pulsação.
vermelho vermelho vermelho
cachos,
lábios,
o rosto.
o vermelho do muito beijar
teu rosto
teus lábios
teu gosto
cabelos
desejo.
tuas reticências.
segunda-feira, maio 26, 2008
nome aos bois
Dá sempre a impressão de que estão sendo frios e distantes...
...sorry, desculpe, pardon...
Que droga.
Não quero me sentir culpada sempre.
Estou me sentindo péssima.
Magoar os outros não é algo que eu faça exatamente por esporte.
Mas parece que essas(s) semana(s) os acontecimentos resolveram mostrar o contrário...
sábado, maio 24, 2008
conversa comigo mesma v 0.1
E então eu e os outros vamos nos virando para que dê pra fazer o que é comum nos tempos que são comuns.
Também tenho coisas a fazer que não podem ser deixadas de lado.
DD and/or Juno Soundtrack
às vezes, não tão silenciosamente.
sexta-feira, maio 23, 2008
Não se afobe não...
não é possível obrigar os outros a interagir com você.
Ninguém se condói dos corações afoitos e ansiosos do mundo:
ninguém precisa responder a uma tentativa de contato, se não quiser.
Vcoê agradece aos céus quando se trata da recíproca, e você não é obrigado a gostar de um dado fulano só porque ele embestou de ir com sua cara.
Mas é uma droga quando você é o bendito ansioso do outro lado do rio, contorcendo-se para enxergar algo do que ocorre na outra margem.
Você encontra outros assuntos de interesse. Esquece momentaneamente. Tropeça em um fragmento de lembrança e está novamente a se perguntar o que fazer para acontecer, o que será que será.
E se descobre pequenos pedaços de vida, consome-os na vã, muito vã, esperança de que os mesmos possam saciar o por vezes intenso desejo de mergulhar no mar vermelho de cheiros e texturas e pensamentos que não os seus.
Você constrói os diálogos e os momentos. Você elabora as negativas. Mal-educacadas. Secas. Gentis. Você deseja pedaços de conversa durante os expedientes estranhos, durante as horas solitárias da vida. Você pede pouco. Você só não quer a oca abstenção.
O que é insuportável à sua palpitante ansiedade é esse bendito livre arbítrio que permite que uma pessoa lhe ignore categoricamente. Não perceba a sua presença. Não se toque. Essa bendita possibilidade de você ser um zerinho à esquerda justamente para a pessoa que a pouco e pouco, se não se segurar, lhe tira do centro.
E mesmo quando pensa em desistir, quando quer acreditar que é sincera a renúncia a algo sem pé nem cabeça, sem início e portanto sem fim, a ansiedade, vontade espremida, saltita em seus pensamentos:
" Tá... Mas pelo menos avisa! Avisa!"
/* A internet permite muitas intrusividades... É estranho que se possa saber "tanto" sobre o "íntimo" de alguém para quem você não dá nem bom dia - */
segunda-feira, abril 21, 2008
quarta-feira, março 12, 2008
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
quinta-feira, janeiro 31, 2008
quarta-feira, janeiro 09, 2008
Raiva abstrata
Enfia a cabeça dentro da privada e dá descarga.
Enche o buraco de água, até fazer muita lama.
Espalha a lama pelas coisas brancas. Faz porcaria.
Enfia a mão no monitor e faz o circo pegar fogo.
Enfia a cara na parede pra ver se achata.
Corta os dedos de barata.
Corre pela casa torta.
Torta torta torta.
Esquece que é pra escrever e risca. Esquece que é pra ser feliz e atiça. Esquece que é pra acariciar e belisca.
Esquece que é branco e puro
esquece que é firme e duro
esquece que pode ser maduro.
Esquece que é pra gostar e odeia
esquece que é pra ser gente e só se assemelha
esquece que é pra ser livre e corre pra cadeia
Esquece.
Pára de rimar à toa.
Vive pra lembrar e ser livre e deixar ser, ainda que doa.
Escreve
Que é pra o que acontece não ser a toa.
Escreve.
Ainda que doa.
Desabafo. Bafo. Cheiro. Aca. Coisa ruim.
Preenche tudo de asco e nojo e o papel de azul, sem fim.
Passa que é podre e ruim estragado esquecido desleixado.
Passa sabonete, perfume, remédio.
Passa daqui pra fora.
Risca. Risca. Risca. Risca.
Risca. O cérebro segue solto na vontade do papel que pede pra mão não deixar ele à míngüa.
A droga é etérea impalpável e não concreta, não existiu, nem se inalou, mas incomoda e espeta.
Desperta pra tudo que há ao redor. Esquece de si.
Deixa a força passar para o traço que vai no papel que a cabeça descansa e a raiva alcança e sai e desanda.
Deixa tudo aí. E depois olha pra ver o que deu.
Escreve com força pra sair todo peso peso peso peso peso que insisto que não vou rimar.
Mas acabo.
Não dorme e não chora
Apesar do sono.
Centimentos
A última postagem, do dia 6 de Janeiro, foi a centésima deste pseudo-diário...
domingo, janeiro 06, 2008
Da necessidade
(Pareceu-me um bom complemento à outra idéia... Ou, pelo menos, um bom caminho para continuar brincando. Mas talvez um título mais interessante fosse - Da evolução)
sexta-feira, janeiro 04, 2008
Capitalismo
(Pensei nesta frase hoje de manhã... busquei no google: três pessoas/ lugares a utilizaram. Me sinto no direito de publicá-la aqui por agregar a ela o título do post, que serve de apresentação, e torna seu sentido completo, para o meu entendimento/ponto de vista da mesma.)
terça-feira, dezembro 25, 2007
Das impressões...
Nem sempre o amigo que gosta de passear de bicicleta é o que mora mais perto.
Nem sempre o mais legal é também o que aprecia suas obras em paint.
Nem sempre o gato será preguiçosamente simpático.
Nem sempre o cachorro será afoitamente brincalhão.
Nem sempre a noite é magnífica.
Nem sempre o convidado de honra é bem recebido.
Nem sempre o melhor presente vai para a melhor pessoa.
Nem sempre os estados de espírito se mantém.
Nem sempre falar é melhor que calar.
Nem sempre é possível se livrar de sensações.
Nem sempre é possível entender o que se sente.
Nem sempre o acolhimento será como que se espera.
Às vezes a euforia é só fruto da imaginação.
Às vezes a gente entra e alimenta uma discussão sozinho.
Às vezes o que a gente gostaria não é o que a gente dá a entender. Ou o que a gente faz.
Às vezes a gente deve "ficar sussa" e ser compreensivo, mas não rola.
Às vezes não sai bem uma poesia.
Às vezes não se está pra prosa.
Às vezes só percebemos um pedaço das coisas.
Às vezes não nos deixamos sentir. Ou sentimos demais.
Ou nos perdemos em divagações interiores e nos afastamos do que poderia ter gerado a emoção, caracterizando, claramente, fuga do tema.
Nem sempre se deseja Feliz Natal sabendo o significado estabelecido disso.
Desejamos o que construímos. Ou o que achamos que deveria ser.
Nem sempre nos organizamos e fazemos e reconhecemos a todos que deveríamos.
Nem sempre dá pra passar como se nada estivesse acontecendo, e tratar como rotina a Pessoa que está, mais de meia-noite, pedindo restos de dinheiro no sinal.
Nem sempre faz sentido, mas a gente gasta nossa grana com um vinho ou um chiclete que talvez nem masquemos, ou com nossas drogas, ou com qualquer coisa que achemos importante, ou às vezes não nos damos ao trabalho de recuperar as moedinhas que caíram em algum lugar não imediatamente visível... Mas acha que não tem para / não deve dar alguma coisa pra criatura que está sob sol, sobre asfalto, subvida, sobretudo pedindo um valor que pra maioria de nós é em certa medida irrelevante.
E talvez pra muitos de nós nem doa, nada ou tudo isso.
Talvez não doa não se reconhecer nos amigos.
Talvez não doa não reconhecer os seres humanos.
Talvez não doa que alguém que também sente seja invisível e negado.
Talvez ver as coisas não faça doer. Não faça chorar. Não toque...
E para muitos seja algo passageiro, e se preocupar seja bobagem.
Mesmo que a realidade sejam apenas impressões, e fruto de nossas relações com o meio. Mesmo que não exista Uma Realidade. Ou talvez por isso mesmo...
Desejo traçar marcas de mudança. Caminhos profundos.
Nem sempre
Às vezes
Talvez
Mesmo que
quinta-feira, dezembro 13, 2007
Centro de Cultura
A idéia também.
Mas a inteção é pura, seu moço.
A gente podia estar roubando, podia estar matando, podia estar estudando pra próxima prova de Cálculo III, ou ouvindo dolorosamente o pagode do vizinho.
Mas a gente só quer se reunir com pessoas interessantes engraçadas cantêras desenhantes jogantes, brinqueiras, assim, um pouco, talvez um tanto excêntricas... e ter umas horinhas de vida diferentes.
A proposta: pessoas. Idéias. Partilhas. Alimentos para a parte mais sensível/ artística/ criativa do corpo e da alma e do cérebro.
Juntar-se para ler textos interessantes.
Ou jogar algo.
Ou cantar um pouco, mesmo que desafinado.
Ou visitar algum lugar pela cidade.
Ou desenhar.
Ou ganhar massagem.
Ou aprender e jogar xadrez.
Ou fazer-sessões-de-fotos-daquelas-que-você-junta-e-dão-um-filmezinho.
Ou assistir filmes.
Ou provar comidas, cheiros, texturas diferentes.
Ou provar músicas e estilos novos.
Ou viajar por aí.
(Que na realidade já é tudo isso.)
Amigos possibilitam à mente oxigênio...
A idéia do centro de cultura é reunir os amigos com propósitos oxigenantes.
Sem tanta burocracia quanto parece aqui, porque senão enjaula as idéias.
Sem muita "promiscuidade", no início, para não perder os ideais...
Com a idéia de se proporcionar coisas boas, de ser independente de haver ou não algo de bom por aí. Com a idéia de se arrepiar, de ficar com água na boca, de ter discussões inflamadas, ficar apenas calado ouvindo, chorar.
Bato à porta dos que sei que podem ouvir, e vivem chamando, mas não respondo.
Ainda tem algum amigo arteiro aí?
quarta-feira, setembro 19, 2007
Quão grande é o mundo?
Quantas pernas expostas pela orla ele é grande? Quantas crianças adormecidas ao colo de mães cansadas? Quantas senhoras religiosas a rezar o terço, estrada a fora, quantos choros contidos?
O mundo do sorriso. O mundo-vida cada ser.
Quão grandes podemos ser?
