"Acorde-me quando setembro acabar", eles cantaram. E tantos repetiram, que de repente até eu estava a fazer coro, contando os dias, contando os dedos que restavam, após cada tempestade.
Entretanto, e eventualmente, cá está para chegar outubro. E o que mudará, de fato? Alguns perdidos serão reencontrados, talvez alguns laços sejam refeitos. Mas os que se foram não retornarão, e os novos jamais tomam, de fato, por mais charme ou aconchegos que façam, o lugar dos que não mais estão...
(...)
Escrevo. E depois penso - você não devia ser tão afoita em sair por aí a falar do que ainda não acabou de fato, ou a desdizer do que sequer começou por direito... Setembro já nos ensinou que é possível cair muitas quedas...
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