sexta-feira, março 06, 2009

A vida é uma coisa complexa.

Viver também...

Sinto vontade de dizer muitas coisas sobre isso. Quisera saber expressar...

terça-feira, março 03, 2009

"Eu não pedi que ela ficasse - ela sabe que na volta ainda vou estar aqui..."

anti-socialmente chata

Acho que, em muitos momentos, encaro meus defeitos como características pré-definidas e imutáveis...

segunda-feira, março 02, 2009

saudades do Cobra Bubbles...

what comes next?

período de entender muitas coisas. de tentar entender muitas coisas.

ainda que minha cabeça parece lenta e vazia em muitos momentos, sinto-me percebendo pontos importantes, vez ou outra.

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

what a strange world.

Por que nos afeiçoamos às pessoas?

Às vezes por conta do sexo. Do beijo bom. Por conta das conversas que se transmutam e outras e outras, e a possibilidade de passar muitas horas a falar e apreciar a companhia. Porque nos revelam jeitos de ser que nos agradam. Porque nos entendemos. Porque não combinamos em nada, e é divertido ser tão diferente e ainda assim se achar interessante. Porque olham para nós de um modo que não conseguimos explicar, mas mexe de um jeito bom. Aquece. Porque são coloridas. Porque são caladas. Porque falam muito, sobre qualquer coisa, e têm trejeitos e caras e bocas enquanto isso. Porque há desafios em conhecer alguém. Porque o dormir abraçado é bom. Porque é absolutamente difícil entender-mo-nos, e esse é de fato um desafio instigante.

Por sermos teimosos. Às vezes o sexo não ajuda, e as conversas emperram, e tudo parece terminar em briga. Ainda assim.

Por ser bom, vez ou outra. Porque se gosta de comida. Ou vinho. Ou café. Por curiosidade. Porque o reflexo na janela nos sorri. Ou ignora superficialmente. Pelas dicas de filme. Ou literatura. Porque sabemos que o que transparece não é exatamente o que é de fato. Porque somos bobos, e um sorriso é bom.

Por se apreciar cinema. Gatos. Cobras venenosas. Ou colóquios espinhosos.

Porque temos pensamentos que se completam sem precisarmos precisá-los. Pessoas que entendem o que vai por nossas cabeças.

Porque a química da pele encaixa. Porque as curvas se entendem.

Afeiçoamo-nos às mesmas pessoas por motivos mesmo diversos. Um cheiro, um modo de acordar. Uma conjuntura.

Por horários repetidos ou poemas e contos trocados. Recitados. Por críticas severas.

Quem sabe.

Enfim.

Quiçá.

quinta-feira, fevereiro 19, 2009

La muerte blanca

Curiosamente, aunque sucede en un clima frío y amargo, la muerte blanca es dulce y cálida. Así le dicen a la muerte de alta montaña: un pequeño sopor producto del cansancio, un pestañear de ojos después de la asfixiante caminata, un reposo sobre una piedra demasiado cómoda, generalmente más arriba de los seis mil metros de altura, bastan para envolverlo a uno en la manta blanca de la nieve, entre la ausencia de oxígeno dentro de las venas, y dejarse llevar hacia el otro mundo. Uno no puede solo contra la muerte blanca. Necesita de alguien que esté más entero, que lo despierte, que lo arrastre con una soga (real o imaginaria) por la senda del descenso. Esa es otra de las características de la muerte blanca: en su gran mayoría sucede en bajada, cuando el cuerpo ya se relajó de tanto trepar y el andinista se cree con el hecho consumado.(Trecho de La muerte blanca - http://www.pagina12.com.ar/diario/contratapa/13-120180.html)

terça-feira, fevereiro 17, 2009

será que sempre me sentirei meio deslocada, em qualquer lugar, após um tempo?

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

escavar os poemas que estão em mim.
é difícil manter a continuidade de um trabalho...

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Tendo a acreditar que quando estiver mais centrada, terei mais tranquilidade em aceitar que não saberei de tudo, e me sentirei mais feliz em estar aprendendo o que fala de minha alma, e de não estar necessariamente vendo outras.
Um dos contra-tempos ruins de se estar bagunçado interna e extarnamente, é ficar ruim com o que os outros podem fazer e você não, por não saber cuidar de suas coisas....

quarta-feira, janeiro 28, 2009

Eclipse Oculto

E paramos no meio
Sem saber os desejos
Aonde é que iam dar
E aquele projeto
Ainda estará no ar...

terça-feira, janeiro 27, 2009

gosto muito quando as pessoas não me respondem... =/

segunda-feira, janeiro 26, 2009

sinto falta de algo...

quarta-feira, janeiro 14, 2009

infantil

a verdade é que não me sinto pronta, droga!
preciso urgentemente descobrir o que faz sentido pra mim!

não posso passar mais por períodos tão longos, para sair deles com a sensação de limbo.

fiz coisas novas e interessantes.

ajudei pessoas.

onde está o erro? onde está o "estar a toa"?

é porque não sei o que é certo ou bom para mim que fico estranha em relação ao que passou...
falta foco
coragem
jeito

coragem

também é preciso coragem para admitir que se precisa parar tudo por um tempo e seguir outro ritmo.

coragem para saber que algumas oportunidades e algumas histórias não irão acontecer, não serão aproveitadas, pois é preciso parar e dar atenção a outras coisas.

mas é preciso ter alguma clareza do que se irá olhar.

não quero simplesmente me perder e parar em algum limbo de auto-complacência.

so quero deixar de ter essa sensação de que tanta coisa não faz sentido, de que estou tão desencontrada, de que estou tão perdida, de que estou trilhando um caminho que me é estranho.

respirar fundo, olhar o trem passar, e seguir adiante.

respirar fundo, e dizer "não".

respirar fundo e escolhar não entrar em mais um projeto que não terei forças (ou cabeça) para levar adiante.

me sinto refém...

e tenho receio de que algumas escolhas me deixem em situação ainda pior, neste sentido.

segunda-feira, janeiro 05, 2009

embestei que cada coisa tem seu devido tempo e lugar, e que só pararia para cuidar do que julgo carecer um tanto mais de tempo para resolver quando tempo tivesse.

sucedem-se tarefas e obrigações que julgava que ocupariam menos tempo, e as quais considerei mais urgentes por envolverem prazos externos, e envolver a outros que não eu.

eis que vejo o tempo ir passando, com os afazeres que não se acabam, com as tarefas às quais não se consegue dar vencimento, e continuo me procrastinando.

cúmulo.

vou acabar estourando ou desabando por aí, e com tudo meu pela metade, quiçá menos que isso.
sem chão?

sem tempo para pôr as coisas em ordem?

sem saber o que fazer?

de repente tudo parece ainda mais complicado.

domingo, janeiro 04, 2009

peito dói e aperta

oprime
cansa

a despeito do obsceno do fato
penso obscurescências

sexta-feira, janeiro 02, 2009

Cruel

Sinto-me estranha, esquisita.

Algo faz-me mal.

Não entendo direito de que se trata, mas vez ou outra sinto-me vil, medíocre...

Minha auto-estima não me faz bem...

quarta-feira, dezembro 31, 2008

às vezes minha estranheza me faz querer manter distância das pessoas...

quinta-feira, dezembro 25, 2008

de vez em quando, me dá vontade de ter ouvido seletivo.
leia-se, de saber não dar atenção, quando preciso estar em mim, e os outros insistem que esteja com eles.

vísceras

acredito nos meus anseios.



aos menos, n'alguns deles...

falta

vergonha na cara...
eis que vislumbro um pedaço -

privacidade
é um tanto o que busco

demanda

precisada de um espaço/momento/período
para mim, para comigo
sem precisar ouvir
responder
ajudar
atentar

algo
alguém
que não
eu

terça-feira, dezembro 23, 2008

gosto de sorrisos gratuitos

citação

Novos dados provenientes de registros eletrofisiológicos mostram-nos que os sorrisos simulados originam padrões de ondas cerebrais diferentes dos padrões criados pelos sorrisos verdadeiros (Damásio, 179,1994).

Aprender, aprender...

Aprender a respeitar as experiências dos outros, os sentimentos dos outros.

O tamanho do sentir dos outros.

E de seus quereres, vontades.

segunda-feira, dezembro 22, 2008

aprendizado

acho que devo aceitar que não faço parte...

de algumas coisas
vidas
momentos
fatos

segunda-feira, dezembro 15, 2008

óbvio

páre de olhar nos olhos dos outros,
se o que busca é encontrar a si próprio...

domingo, dezembro 14, 2008

indócil

Não é algo que venha de fora.

Não é como se devesse vir de algum outro ponto que não eu mesma.

Ainda assim, me pego às vezes esperando algo. Espero uma epifania que me fará mover-me? Espero que caia do céu ou venha voando com os passarinhos que fazem ninho no lustre da sala a motivação ou a explicação para tudo que acho em mim perdido ou errado ou desencaixado?

Irritadiça, distante do que deveria ser minha realidade, pseudo-sufocada pelas responsabilidades. Estranha. Estranha em mim.

Em busca do que faça sentido. Em busca de um modo de viver que não seja sufocante, mas não me pareça irresponsável, não me deixe com a sensação de que o tempo e as coisas passam e continuo no mesmíssimo lugar.

Precisando de ar. Carecida de eu.

De minha força, de minha voz, de meus espaços, de minhas pernas a mover-se e de todos meus movimentos e de tudo que seja a energia que eu sei que existe e está amortizada, e nem sei dizer exatamente há quanto tempo, e desde quando essa dormência resolveu progredir.

É olhar pra dentro que resolve? É olhar ao redor?

Até onde sou capaz de ir sem sair do lugar?

Eu perco a paciência, o prumo, a segurança, a vivacidade, a sagacidade, a vontade de ficar aqui e de decidir pra onde ir.

Perco a paixão mais forte pela culinária, por fazer símbolos na tela executarem pequeninas maravilhas (para minha mente ingênua), perco um tanto o deslumbramento pelas coisas, e o viço no corpo.

Eu desacredito no conserto das coisas, eu deixo o tempo passar, eu não mando aquele postal, aquele SMS, eu não dou aquele telefonema. Eu não digo àquela pessoa que aquela noite foi maravilhosa e especial e está para sempre em mim. Eu não sei o que fazer para o que eu acho que faz sentido deixar de ser promessa e virar uma realidade boa e cativante.

Eu corro e giro e vôo e não construo algo sólido sobre o qual continuar a construir coisas, sobre o qual continuar a me construir.

Eu aprecio instantes e coisas e com sorte boas conversas com interessantes pessoas, eu tomo drinks e cervejas e cafés, e não tomo vergonha na cara - pra parar de gastar grana com gasolina e livros e futilidades.

Eu peço para esperar, eu não peço perdão, eu peço desculpas, eu peço espaço, peço ar. Eu peço outro café espresso e canto um trecho da nova música que povoa minha cabeça, e sem utilizar palavras de súplica peço pra mim que me encontre, que descubra no que sou boa e o que me ajudará a seguir, a ir em frente, a ser produtiva - não para os outros, mas para minha vida.

Eu busco essa faísca que se transforme em fogo, e busco também o combustível que tornará isso possível, e tudo parece distante, tudo parece confuso e complicado, estou esvaída de forças que algum conselheiro maldito me faz pensar, maliciosamente, que nunca tive.

Careço de sonhos, e mesmo alguns poucos anseios andam permeados de confusões e desnorteamentos.

Dosnerteada doída espremida pesada. Angustiada.

Eu peço férias.

(eu quero uma catarse que me forneça o substrato para progredir.)

Eu quero silêncio, e um pouco de tranqüilidade para ir fazendo o que preciso/ quero fazer sem ser interrompida, sem ter de parar para tecer comentários, dar palpites, dar explicações.

Eu careço de vida e força motriz e de algo que limpe essa lama que me anda a retesar os músculos e endurecer a paixão.

Eu peço tempo, eu peço um tempo para mim, eu peço respeito aos meus tempos e minhas individualidades e minhas necessidades de estar em mim, de não estar disponível - de vez em quando.

sexta-feira, dezembro 12, 2008

Que tal...

Ir pra Europa
Itália

estudar gastronomia

viajar
ler
escrever

...

quinta-feira, dezembro 11, 2008

algo de flor começa a desabrochar.

é uma flor.

mas tacham-na obscena
dissimulada
imprópria

tudo murcha
escurece
cai
talvez seja assim...

tropeços e escorregões, e um bocado de atrito.

arranhões e quiçá olhos roxos

e, um dia, ter-se-á ultrapassado o caminho difícil e pedregulhoso

e haverá um mundo novo e desconhecido e - oxalá - mais tranqüilo a experimentar, do outro lado
"quero me encontrar mas não sei onde estou..."

invocando Legião Urbana para invocar o que está a corroer por dentro

preciso de tempos "a sós" para me ouvir um pouco!

quarta-feira, dezembro 10, 2008

talvez seja dar murro em ponta de faca, mesmo...

segunda-feira, dezembro 08, 2008

Gosto quando continuo andando apesar da chuva.

sábado, dezembro 06, 2008

missing something...

(or somebody?)

quinta-feira, dezembro 04, 2008

...(in)dependências...

quarta-feira, dezembro 03, 2008

oxigênio

I need some breath...

terça-feira, novembro 25, 2008

Fugir

mais fácil
mais covarde

menos aqui

leoa

Não sei porque.

Vejo-me como uma leoa enjaulada, quando fico agoniada em casa, anseando movimento(s).

Mudando de bicho pra gente, um comentário a parte:
...
ligações perigosas?

Serei um realmente um problema ambulante?

sábado, novembro 22, 2008

Outono

Um dia vou parar pra pensar sobre as pessoas que eu gostaria de ter em minha vida e que acabo por não ter o "direito" de fazê-lo porque me envolvo com elas e - bem - depois, pra elas já não é mais possível, ou já não faz mais sentido.

Existem pessoas que eu não gostaria que fossem embora.

Em verdade, cada vez mais - no sentido de na medida em que amadureço em alguma medida - as pessoas de quem me aproximo são pessoas que acho que valem a pena. Apesar de "valer a pena" me parecer uma expressão ruim.

quarta-feira, novembro 19, 2008

por que são estranhas as coisas?

por que temo tanto?

por que não sei o que é certo, e sou tão "escrupulosa"?

literalmente

é como se o tempo escoasse por entre meus dedos

(felizmente não para sempre ^.^ )
...e tenho isto - que talvez seja apenas ilusão: se alguém estiver me buscando mesmo, acho que me abro. mesmo...

talvez eu devesse me importar menos com isso. mas talvez seja difícil no momento
entretanto, acho que sinto falta de alguém que me (re)descubra.
por que sinto necessidade de sentir raiva?
Talvez eu não esteja buscando algo realmente novo, em verdade.

Como reter o sentimento?

A pretendida temática deste texto pode acabar dando outra conotação a este título. Espero que as coisas não se encaixem de um modo ruim.

O que faz sentido, afinal?

Sinto aflorar um desejo de choro. Já foi o desejo de um choro doído, um choro direcionado para algo pequeno, mesquinho. Agora, pareceu-me um choro diferente, por relacionar-se a algo mais inteiro, mais sincero...

Qual o sentido de afastar-se do que tem uma importância enorme, para possibilitar que se viva coisas que, por mais interessantes que possam ser, são - talvez inerentemente - incompletas?

Que adianta ter outras experiências interessantes, se há essa lacuna, esse espaço que sei bem como pode(ria) ser preenchido, e que, vazio, tira um pouco - ou tanto - da razão de ser de tantas coisas?

Não cesso de pensar que o sentido de algumas coisas diminui na configuração atual das coisas.

Não desprezo a validade e a beleza do vôo pelo vôo, da viagem pelo movimento, do estar completo e íntegro - estes últimos por motivos muitíssimo claros. Entretanto - se não faz sentido para mim ficar longe, e sou obrigada a ficar longe se escolho fazer algumas coisas, como posso de fato apreciar as experiências que fazem com que o ficar longe seja obrigatório?

Há muito que se descobrir e apreciar no mundo. Nem tudo, contudo, acho, hoje, proporciona a sensação de completude. Não me refiro à minha completude. Mas a plenitude que um encontro pode alcançar, por exemplo.

Talvez o fato seja que não é possível "encontrar" um coelho se estou buscando um leão... Digo, se não estou aberta, não há como esperar que algo penetre. Se já achei o que me interessa, algo que não é isto não corresponderá a meus anseios...

E talvez meu grande problema seja que, diferentemente de outros, não estou escolhendo alterar meus anseios conscientemente. Ou melhor - seja o fato de que podem estar agindo diferentemente de mim.

terça-feira, novembro 18, 2008

acho que detesto o benefício da dúvida

segunda-feira, novembro 17, 2008

que calar, que nada

nesta etapa que tem um quê de mórbida, eu queria era saber todos os detalhes...

pêndulo

entre posturas racionais
e amorosas
e estúpidas
surreais
oscilo

sexta-feira, novembro 14, 2008

Não se afobe não, que nada é pra já - o amor não tem pressa, ele pode esperar...







...em silêncio...

quinta-feira, novembro 13, 2008

Ainda um poema

moldo-me
areia úmida em tuas mãos

molda-me
ao calor resoluto de tuas mãos

modulo-me
ao som vibrante de tua voz

desfaço-me
mundo de tempos
distâncias
sem depois

escrevo-te
jogos de palavras
angústia e saudades entre peito e mãos

subscrevo-me
hipérbole voraz de sensações sem sentido
amante sincera em um tempo perdido

keep away

possessiva
territorialista

não, nem sempre sou bonitinha

mantenha distância

último romance

(Rodrigo Amarante)

Eu encontrei-a quando não quis
mais procurar o meu amor
E quanto levou foi pr'eu merecer
antes um mês e eu já não sei

E até quem me vê lendo o jornal
na fila do pão sabe que eu te encontrei
E ninguém dirá que é tarde demais
que é tão diferente assim
Do nosso amor a gente é que sabe, pequena

Ah vai!
Me diz o que é o sufoco que eu te mostro alguém
afim de te acompanhar
E se o caso for de ir à praia eu levo essa casa numa sacola

Eu encontrei-a e quis duvidar
Tanto clichê deve não ser
Você me falou pr'eu não me preocupar
ter fé e ver coragem no amor

E só de te ver eu penso em trocar
a minha TV num jeito de te levar
a qualquer lugar que você queira
e ir onde o vento for, que pra nós dois
sair de casa já é se aventurar

Ah vai, me diz o que é o sossego
que eu te mostro alguém afim de te acompanhar
E se o tempo for te levar
eu sigo essa hora e pego carona pra te acompanhar

quarta-feira, novembro 12, 2008

Há duas espécies de chatos: os chatos propriamente ditos e ... os amigos, que são os nossos chatos prediletos.

Mario Quintana

Amar é ter um pássaro pousado no dedo.
Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que,
a qualquer momento, ele pode voar.

Rubem Alves

domingo, novembro 09, 2008

E...

E se eu tivesse um som no quarto, agora me trancaria para ouvir música.
desconfio, sincera e infelizmente, que não estou aqui


em mim
irritadiça ?
...missing something

lugar comum

não deixe para amanhã o que você pode

quarta-feira, novembro 05, 2008

"É importante ter com quem conversar ao se passar por mudanças tão grandes!"
eis que preciso aprender a cuidar de mim, por cuidar de mim, mesmo

segunda-feira, novembro 03, 2008

Does anybody would PLEASE talk to me?...
A estada é só , e a percorro, o mais das vezes, calada.

domingo, novembro 02, 2008

efêmero

ninguém me disse

olhei pela janela para dentro de outra pessoa, uma, duas, três vezes
e estava lá

não o que sentimos

mas o que (nos) permitimos dar certo

sábado, novembro 01, 2008

vozes um tanto graves, talvez roucas

corpos esguios

lábios (normalmente) grossos

mais desejos que regras

terça-feira, outubro 28, 2008

ansiedade um tanto opressora no peito...

terça-feira, outubro 21, 2008

universo(s)

Acho que preciso dormir um pouco.

Trilha sonora incidental - A queda

C'est la vie!!!

quinta-feira, outubro 16, 2008

processos estranhos...

terça-feira, outubro 14, 2008

e toda vez que me sinto esquisita assim sinto vontade de me isolar
e tenho muito que aprender... muito
a realidade é que sou muito esquisita

segunda-feira, outubro 13, 2008

Chico

...É desconcertante
Rever o grande amor...
preciso aprender sobre a inevitabilidade de certas coisas...

sábado, outubro 11, 2008

quero muito pouco do que há...
o que me pertence?

não objetos, ou - ilusão maior - pessoas...

mas ações, obrigações, deveres...

um local, uma cobrança.

onde me encaixo?

sexta-feira, outubro 10, 2008

no fim das contas, cada um faz o que quer da vida, mesmo.

e eu preciso aprender a ser mais coerente com minhas expectativas.

terça-feira, setembro 30, 2008

trilha sonora da noite

los hermanos

jorge drexler

fingi na hora rir

guitarra y vos

retrato pra iaiá

dentre outras

(daria até pra passar um bom tempo assim)
sensível a demonstrações de afeto
tão estranho e inóspito quanto querer manter uma conversa através de garrafas jogadas ao mar.

a despeito de qualquer garantia de conhecimento, fala-se.
E no final das contas sempre precisaremos conviver com o fato de que o que os outros entendem do que fazemos não é o que gostaríamos que entendessem, e com todos os mal-entendidos ou desencontros que daí decorrem...

segunda-feira, setembro 29, 2008

dirão os diários que nada digo

o que é isso?

nada.
Se é coisa ruim, é mais fácil me sentir alvo.

Principalmente em um caso como hoje.

E, enfim - se fosse?

Serviria para eu saber quão bem vista sou, né.

domingo, setembro 28, 2008

acho que acabo errando com todo mundo, mesmo.
quero parar um pouco....
esquisita.

quinta-feira, setembro 25, 2008

apertado

Hoje não achei que fossem.

Talvez por o coração ter se desenganado um tanto, (erroneamente?) com essa história de se dar.

Senti sua falta, és importante para mim!

"Ok."

Melhor que perder a compostura seja talvez fingir que foi engano, né. Vai saber.

terça-feira, setembro 23, 2008

desatino

leio
louca, louca
imagino

desatinos

tantos o são...

quarta-feira, setembro 17, 2008

opressão no peito...

(ou ô pressão no peito!! ??)

sábado, setembro 06, 2008

tão difícil às vezes, que parece não fazer sentido continuar tentando

quinta-feira, setembro 04, 2008

estou um saco.