moldo-me
areia úmida em tuas mãos
molda-me
ao calor resoluto de tuas mãos
modulo-me
ao som vibrante de tua voz
desfaço-me
mundo de tempos
distâncias
sem depois
escrevo-te
jogos de palavras
angústia e saudades entre peito e mãos
subscrevo-me
hipérbole voraz de sensações sem sentido
amante sincera em um tempo perdido
Nenhum comentário:
Postar um comentário