No peito há ansiedade, apertos
Mas brilha também
uma lua amarela
E sorrisos serenos, salpicados de mar
Algos dóem no peito
Mas, por vezes, algo serena
E é um misto de vento forte
e brisa azul
uma paciência
de deixar o tempo passar
Ontem, a água levou a conchinha pequena
a grande ficou
O que cresce dentro é, antes de escolha,
encaixe e mistério
inefável
O tempo também leva
o que não quer ficar
E também a intensidade pode ser serena
quando se consegue esperar...
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