sem vontade de fazer nada.
sem cabeça pra fazer nada.
sinto-me uma abestalhada.
sexta-feira, junho 26, 2009
Don de fluir
"Porque bailas,
como quien respira,
con un antiguo don de fluir...
Bailas,
y parece tan fácil
como dejar el corazón latir..."
J. D.
como quien respira,
con un antiguo don de fluir...
Bailas,
y parece tan fácil
como dejar el corazón latir..."
J. D.
ao meu redor está deserto...
Muitas ausências superpondo-se.
Recesso de São João.
Cidade vazia
Faculdade vazia.
Viagens de trabalho.
Trabalho vazio.
Viagens de estudo.
Casa mais vazia.
Sinto-me diferente. Não estou triste, sentindo-me abandonada ou com inveja. Alguns aspectos são adoráveis, como andar pelo campus assistindo e ouvindo os passarinhos, mais tranquilos, creio, pela falta de gente por aí.
A cidade também está interessante. Bom dirigir em vias vazias.
Então chego à rotina. Sim, há muito que fazer. Mas há espaços vazios, uma falta de pessoas para comentar o bobo, o óbvio, o que só faz sentido dizer na hora, ou o que passa pela cabeça quando se lê algo ou se pensa no que é preciso fazer.
Desacostumada de estar tão "solta" e "só". Não triste, não magoada. Não rancorosa.
Saboreando esses momentos diferentes. E aproveitando para pensar um tanto em tudo.
Recesso de São João.
Cidade vazia
Faculdade vazia.
Viagens de trabalho.
Trabalho vazio.
Viagens de estudo.
Casa mais vazia.
Sinto-me diferente. Não estou triste, sentindo-me abandonada ou com inveja. Alguns aspectos são adoráveis, como andar pelo campus assistindo e ouvindo os passarinhos, mais tranquilos, creio, pela falta de gente por aí.
A cidade também está interessante. Bom dirigir em vias vazias.
Então chego à rotina. Sim, há muito que fazer. Mas há espaços vazios, uma falta de pessoas para comentar o bobo, o óbvio, o que só faz sentido dizer na hora, ou o que passa pela cabeça quando se lê algo ou se pensa no que é preciso fazer.
Desacostumada de estar tão "solta" e "só". Não triste, não magoada. Não rancorosa.
Saboreando esses momentos diferentes. E aproveitando para pensar um tanto em tudo.
O lucro ou as pessoas: neoliberalismo e ordem global
"O neoliberalismo é o paradigma econômico e político que define o nosso tempo. Ele consiste em um conjunto de políticas e processos que permitem a um número relativamente pequeno de interesses particulares controlar a maior parte possível da vida social com o objetivo de maximizar seus benefícios individuais. Inicialmente associado a Regan e Thatcher, o neoligeralimos é a principale tendência da política e da economia globais nas últimas duas décadas, seguida, além da direita, por partidos políticos de centro e por boa parte da esquerda tradicional. Esses partidos e suas políticas representam os interesses imediatos de investidores extremamente ricos e de menos de mil grandes empresas." McCHESNEY, Robert. W. In: CHOMSKY, Noam. O lucro ou as pessoas: neoliberalismo e ordem global. 5 ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2006.
segunda-feira, junho 22, 2009
internidades
insegura de novo.
estúpida montanha russa de sentimentos ruins.
estranha
insegura
chorosa
carente
dependente
deprimida
por esses caminhos vou seguindo, imaturamente.
não sou capaz de extrair nada do que me acontece?
sou capaz apenas de andar em círculos, na melhor das hipóteses em uma espiral tão lenta que é difícil realmente perceber que avanço...?
pior que é essa sensação de que nem a indignação me fará romper isto que a mim se assemelha a um maldito ciclo vicioso.
fico parada, como a espera, como inerte, como incapaz.
estúpida demais para absorver de modo efetivo que nada acontecerá de fato se não me tornar mais forte, senão me partir para um papel principal nessa vida que é a minha, merda.
não há afinal um mínimo de estabilidade, não há em que se possa confiar, do que sou?
inquieta. insegura. frágil, novamente.
imatura...
estúpida montanha russa de sentimentos ruins.
estranha
insegura
chorosa
carente
dependente
deprimida
por esses caminhos vou seguindo, imaturamente.
não sou capaz de extrair nada do que me acontece?
sou capaz apenas de andar em círculos, na melhor das hipóteses em uma espiral tão lenta que é difícil realmente perceber que avanço...?
pior que é essa sensação de que nem a indignação me fará romper isto que a mim se assemelha a um maldito ciclo vicioso.
fico parada, como a espera, como inerte, como incapaz.
estúpida demais para absorver de modo efetivo que nada acontecerá de fato se não me tornar mais forte, senão me partir para um papel principal nessa vida que é a minha, merda.
não há afinal um mínimo de estabilidade, não há em que se possa confiar, do que sou?
inquieta. insegura. frágil, novamente.
imatura...
domingo, junho 21, 2009
do tempo
(vou me esforçar para que esta seja a última)
vou acabar por desacreditar nas falas do tempo.
volta e meia ele me diz coisas, mas haja falta de circunstâncias que ratifiquem o que ele indica...
=/
vou acabar por desacreditar nas falas do tempo.
volta e meia ele me diz coisas, mas haja falta de circunstâncias que ratifiquem o que ele indica...
=/
Mil pensamentos
"Você me deixa rua deserta quando atravessa e não olha pra trás..."
"De noite na cama, eu fico pensando..."
"De noite na cama, eu fico pensando..."
Em suspenso
É como se a vontade de que algo acontecesse, aliada a uma fuga do que está acontecendo aqui dentro, me deixasem completamente incapaz de fazer algo útil.
Vou tentar dormir, pra espantar esse estado estranho e improdutivo por demais.
(Mas que queria notícias, ah, queria...)
Dar um jeito de fixar a atenção (e a tensão) em algo, e tentar liberar o tempo pra fazer o que queria ser feito!
...
Vou tentar dormir, pra espantar esse estado estranho e improdutivo por demais.
(Mas que queria notícias, ah, queria...)
Dar um jeito de fixar a atenção (e a tensão) em algo, e tentar liberar o tempo pra fazer o que queria ser feito!
...
A menina incógnita
tem agora
cheiro
endereço
textura
Meu corpo palpita
inteiro
Quantos poemas não trocaria
por dois ou três versos
de seus pensamentos!
tem agora
cheiro
endereço
textura
Meu corpo palpita
inteiro
Quantos poemas não trocaria
por dois ou três versos
de seus pensamentos!
Marcadores:
crônicas de meninos e meninas,
poemas
conversas e descobertas...
"quando algumas coisas estão em minha cabeça é como se eu subversivamente redimensionasse o peso de outras
é sem querer, eu nem penso a respeito
é como se fossem muito prementes pra mim algumas coisas"
domingo, junho 14, 2009
sábado, junho 13, 2009
quinta-feira, junho 11, 2009
terça-feira, junho 09, 2009
"A inenarrável promiscuidade dos sebos! Dante em contubério com o relatório do ministro da Fazendo, os eleatas junto do almanaque de palavras cruzadas, Tolstói e Cornélio Pires, Mandrake e Sóror Juana Inés de la Cruz... Nenhum deles reclama. A paz é absoluta. O sebo é a verdadeira democracia, para não dizer: uma igreja de todos os santos, inclusive os demônios, confraternizados e humildes. Saio deles com um pacote de novidades velhas, e a sensação de que visitei, não um cemitério de papel, mas o terrório livre do espírito, contra o qual não prevalecerá nenhuma forma de opressão."
C.D.A.
segunda-feira, junho 08, 2009
terça-feira, junho 02, 2009
segunda-feira, junho 01, 2009
terça-feira, maio 26, 2009
segunda-feira, maio 25, 2009
sexta-feira, maio 22, 2009
se eu fosse parar para entender, diria que me dóem os olhos. E que me dôo, de doer, de sentir uma raiva e um desgosto cíclicos por ser como sou, e por continuar sendo, e por me importar tanto com isso.
se eu fosse parar pra entender, eu me sentiria uma idiota por vários motivos conhecidos, e provavelmente encontraria alguns ora desconhecidos para acrescentar à lista.
acho que não há motivos plausíveis para ficar como tenho ficado.
razões internas, todas, eu diria.
a falta de conexão com uma parte minha que é capaz de ser verdadeiramente boa nas coisas, que não é poser ou superficial.
uma sensação de estar ficando pra trás? às vezes sinto isso em relação a todos os meus amigos, em relação a muita coisa. como se não fosse capaz de aprender com os erros, de raciocinar, de melhorar de modo duradouro.talvez continue me sentindo dormentemente perdida de mim.
eu sinto vontade de chorar, vontade de sumir, vontade de me furtar à convivência das pessoas com quem mais gosto de estar, por me sentir mal comigo mesma.
sou um bicho esquisito demais.
eu sinto dor de cabeça.
e um mal estar que já não sei onde fica, que não sei se é inveja ou mesquinhez, e talvez seja as duas coisas juntas.
eu não me enxergo como alguém fazendo coisas concretas, sólidas, com potencial. provavelmente é porque não estou, mesmo.
eu me comparo inconscientemente, e sou pequena, sou menor, sou menos. e vou ficar pra trás e ser menos, e se não der pra notar externa ou imediatamente, o tempo o mostrará.
eu sou chata.
vou desligar agora.
se eu fosse parar pra entender, eu me sentiria uma idiota por vários motivos conhecidos, e provavelmente encontraria alguns ora desconhecidos para acrescentar à lista.
acho que não há motivos plausíveis para ficar como tenho ficado.
razões internas, todas, eu diria.
a falta de conexão com uma parte minha que é capaz de ser verdadeiramente boa nas coisas, que não é poser ou superficial.
uma sensação de estar ficando pra trás? às vezes sinto isso em relação a todos os meus amigos, em relação a muita coisa. como se não fosse capaz de aprender com os erros, de raciocinar, de melhorar de modo duradouro.talvez continue me sentindo dormentemente perdida de mim.
eu sinto vontade de chorar, vontade de sumir, vontade de me furtar à convivência das pessoas com quem mais gosto de estar, por me sentir mal comigo mesma.
sou um bicho esquisito demais.
eu sinto dor de cabeça.
e um mal estar que já não sei onde fica, que não sei se é inveja ou mesquinhez, e talvez seja as duas coisas juntas.
eu não me enxergo como alguém fazendo coisas concretas, sólidas, com potencial. provavelmente é porque não estou, mesmo.
eu me comparo inconscientemente, e sou pequena, sou menor, sou menos. e vou ficar pra trás e ser menos, e se não der pra notar externa ou imediatamente, o tempo o mostrará.
eu sou chata.
vou desligar agora.
sexta-feira, maio 15, 2009
"Ela era ela, era ela no centro da tela daquela manhã..."
Ela é ruiva.
Esteve entre minhas mãos.
Fui sorrisos e palpitações e faltas de ar.
Foi uma pequena sucessão de dias.
É inefável
inesquecível
inalcançável
intocável
É uma porção de lindas vivas macias cheirosas cores.
Ela tem cheiro de suspiro
ela tem gosto de veludo
ela é uma pele pintada de ruivinhas que roubam a respiração ao primeiro toque
Indelével história de sonho
real real real real real real real real real real real real real real real real real real
luminosa.
distante.
silenciosa.
Ela é ruiva.
Esteve entre minhas mãos.
Fui sorrisos e palpitações e faltas de ar.
Foi uma pequena sucessão de dias.
É inefável
inesquecível
inalcançável
intocável
É uma porção de lindas vivas macias cheirosas cores.
Ela tem cheiro de suspiro
ela tem gosto de veludo
ela é uma pele pintada de ruivinhas que roubam a respiração ao primeiro toque
Indelével história de sonho
real real real real real real real real real real real real real real real real real real
luminosa.
distante.
silenciosa.
quinta-feira, maio 14, 2009
segunda-feira, maio 11, 2009
quarta-feira, maio 06, 2009
Bárbara
Bárbara, Bárbara
Nunca é tarde, nunca é demais
Onde estou, onde estás
Meu amor, vem me buscar
O meu destino é caminhar assim
Desesperada e nua
Sabendo que no fim da noite serei tua
Deixa eu te proteger do mal, dos medos e da chuva
Acumulando de prazeres teu leito de viúva
Bárbara, Bárbara
Nunca é tarde, nunca é demais
Onde estou, onde estás
Meu amor vem me buscar
Vamos ceder enfim à tentação
Das nossas bocas cruas
E mergulhar no poço escuro de nós duas
Vamos viver agonizando uma paixão vadia
Maravilhosa e transbordante, como uma hemorragia
Bárbara, Bárbara
Nunca é tarde, nunca é demais
Onde estou, onde estás
Meu amor vem me buscar
Bárbara
Chico Buarque Ruy Guerra
Chico Buarque Ruy Guerra
segunda-feira, maio 04, 2009
inefável...
Estranha.
Esquisita.
Chega a ser ciúmes? O que sinto quando veja uma tranquilidade tão desinibida a dizer das faltas e dos futuros abraços e encontros?
Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
(...)
Cómo no haber amado sus grandes ojos fijos.
Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Pensar que no la tengo. Sentir que la he perdido.
Oír la noche inmensa, más inmensa sin ella.
Y el verso cae al alma como al pasto el rocío.
Qué importa que mi amor no pudiera guardarla.
La noche está estrellada y ella no está conmigo.
(...)
Como para acercarla mi mirada la busca.
Mi corazón la busca, y ella no está conmigo.
(...)
De otro. Será de otro. Como antes de mis besos.
Su voz, su cuerpo claro. Sus ojos infinitos.
Esquisita.
Chega a ser ciúmes? O que sinto quando veja uma tranquilidade tão desinibida a dizer das faltas e dos futuros abraços e encontros?
Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
(...)
Cómo no haber amado sus grandes ojos fijos.
Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Pensar que no la tengo. Sentir que la he perdido.
Oír la noche inmensa, más inmensa sin ella.
Y el verso cae al alma como al pasto el rocío.
Qué importa que mi amor no pudiera guardarla.
La noche está estrellada y ella no está conmigo.
(...)
Como para acercarla mi mirada la busca.
Mi corazón la busca, y ella no está conmigo.
(...)
De otro. Será de otro. Como antes de mis besos.
Su voz, su cuerpo claro. Sus ojos infinitos.
p.n.
sexta-feira, abril 24, 2009
terça-feira, abril 21, 2009
segunda-feira, abril 13, 2009
...Eu me pego pensando se alguma mulher será como você.
Se algum dia encontrarei novamente um olhar, um sorriso, uma presença magnetizantes por si, e não pela vontade de encontrar alguém que possa preencher algo que você não quer preencher.
Eu penso que deve haver mulheres bonitas e interessantes por aí.
E de repente me pego sentindo vontade de chorar, porque o que realmente queria era que quisesses que eu fizesse parte, ainda que só um pouco...
Ainda.
Eu fico querendo te encontrar de novo.
Se algum dia encontrarei novamente um olhar, um sorriso, uma presença magnetizantes por si, e não pela vontade de encontrar alguém que possa preencher algo que você não quer preencher.
Eu penso que deve haver mulheres bonitas e interessantes por aí.
E de repente me pego sentindo vontade de chorar, porque o que realmente queria era que quisesses que eu fizesse parte, ainda que só um pouco...
Ainda.
Eu fico querendo te encontrar de novo.
segunda-feira, abril 06, 2009
Metade
Eu perco o chão
Eu não acho as palavras
Eu ando tão triste
Eu ando pela sala
Eu perco a hora
Eu chego no fim
Eu deixo a porta aberta
Eu não moro mais em mim
Eu perco o freio
Estou em milhares de cacos
Eu estou ao meio
Onde será que você está agora?
Eu não acho as palavras
Eu ando tão triste
Eu ando pela sala
Eu perco a hora
Eu chego no fim
Eu deixo a porta aberta
Eu não moro mais em mim
Eu perco o freio
Estou em milhares de cacos
Eu estou ao meio
Onde será que você está agora?
(Adriana Calcanhoto)
quinta-feira, abril 02, 2009
Passado
passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado repetira téentra remtran seaténã ofazere mmaisen tidoessa ssetelet rasdoes quecido essahist óriaquen ãopass aaslembr ançasd oolvidoe stesilênc ioquenã ocalaess esentirq uenãom esome, ouodesej oqueco nsomeess ahistór iaentala danagar ganta,es sesuspir oengasg adoesse orgasm opromet idoesse corpoque nãotoc areioste usbeijos quenãos orvereio sorrisoq uenãome ilumina oprazerq uenãome caberepe tiratéq ueseaca beessab rutaflor doquere rquejánã omeque r,aque mdevoter feitosof rersemsa ber,aq uemtan todeseje iporinte nsoaque mnãopud eaprov eitarom omento. Aquem devotudo quejam aistere idireitod epagar repetira téquetalv ezseapa queatéq uetalve zseque messaslág rimasq ueinsist ememr olaraté quenãoq ueirasabe rcomo,o ndeouc omque mestás.A téquenão deseje queven hasaum diamed esejar.R epetirpar aaprend erqueo passado estánop assado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado pasadop asado passado pasado passado passado passado pasado psasado jpassado passado passado passado passado passado passado passado pssado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado psasado passado passado passado pasado passado passado psassodo passado passado passado passado psasado passado atéent enderqu eoserro sestãono passado eporisso jánãohá quemse importe seeumud oounão ouseeu meimpor tocomo queestá nopassad o,irrem ediavelm entepa ratrás... Passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado passado psasado passado psasado passado passado passado passado passado passado passado passado passado pasasdo paddsaop passado pasasdo atéqueq ualquer pedidod edescul passófaç asentido apagado.
Passado .Atéque nãosint anecessi dadede deixarqu alquerr ecado...
Passado .Atéque nãosint anecessi dadede deixarqu alquerr ecado...
quarta-feira, abril 01, 2009
terça-feira, março 31, 2009
Oh brave new world.
Este mundo louco que nos torna consumidores gulosos de notícias e informação.
Não sei dizer quantos bits diferentes e pouco correlatos de informação ingeri, nos últimos minutos...
Não sei dizer quantos bits diferentes e pouco correlatos de informação ingeri, nos últimos minutos...
quinta-feira, março 26, 2009
quarta-feira, março 25, 2009
Sea of Love
Sonhei novamente.
Diziam-me que não gostariam de ficar distantes, que o silêncio era por conta de tudo ser tão confuso. Havia uma abraço, e lá estava eu, novamente sem saber o melhor a fazer.
É difícil tomar algumas decisões, seguir em frente...
Diziam-me que não gostariam de ficar distantes, que o silêncio era por conta de tudo ser tão confuso. Havia uma abraço, e lá estava eu, novamente sem saber o melhor a fazer.
É difícil tomar algumas decisões, seguir em frente...
terça-feira, março 17, 2009
terça-feira, março 10, 2009
segunda-feira, março 09, 2009
sexta-feira, março 06, 2009
Relevâncias
Mantendo-se o cronograma atualmente previsto, a NASA pretende começar a construção de sua base lunar permanente a partir de 2020.
(Robôs escavadores construirão espaçoporto lunar - Redação do Site Inovação Tecnológica 06/03/2009 - http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=robos-escavadores-construirao-espacoporto-lunar&id=010180090306&ebol=sim)
(Robôs escavadores construirão espaçoporto lunar - Redação do Site Inovação Tecnológica 06/03/2009 - http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=robos-escavadores-construirao-espacoporto-lunar&id=010180090306&ebol=sim)
terça-feira, março 03, 2009
anti-socialmente chata
Acho que, em muitos momentos, encaro meus defeitos como características pré-definidas e imutáveis...
segunda-feira, março 02, 2009
what comes next?
período de entender muitas coisas. de tentar entender muitas coisas.
ainda que minha cabeça parece lenta e vazia em muitos momentos, sinto-me percebendo pontos importantes, vez ou outra.
ainda que minha cabeça parece lenta e vazia em muitos momentos, sinto-me percebendo pontos importantes, vez ou outra.
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
Por que nos afeiçoamos às pessoas?
Às vezes por conta do sexo. Do beijo bom. Por conta das conversas que se transmutam e outras e outras, e a possibilidade de passar muitas horas a falar e apreciar a companhia. Porque nos revelam jeitos de ser que nos agradam. Porque nos entendemos. Porque não combinamos em nada, e é divertido ser tão diferente e ainda assim se achar interessante. Porque olham para nós de um modo que não conseguimos explicar, mas mexe de um jeito bom. Aquece. Porque são coloridas. Porque são caladas. Porque falam muito, sobre qualquer coisa, e têm trejeitos e caras e bocas enquanto isso. Porque há desafios em conhecer alguém. Porque o dormir abraçado é bom. Porque é absolutamente difícil entender-mo-nos, e esse é de fato um desafio instigante.
Por sermos teimosos. Às vezes o sexo não ajuda, e as conversas emperram, e tudo parece terminar em briga. Ainda assim.
Por ser bom, vez ou outra. Porque se gosta de comida. Ou vinho. Ou café. Por curiosidade. Porque o reflexo na janela nos sorri. Ou ignora superficialmente. Pelas dicas de filme. Ou literatura. Porque sabemos que o que transparece não é exatamente o que é de fato. Porque somos bobos, e um sorriso é bom.
Por se apreciar cinema. Gatos. Cobras venenosas. Ou colóquios espinhosos.
Porque temos pensamentos que se completam sem precisarmos precisá-los. Pessoas que entendem o que vai por nossas cabeças.
Porque a química da pele encaixa. Porque as curvas se entendem.
Afeiçoamo-nos às mesmas pessoas por motivos mesmo diversos. Um cheiro, um modo de acordar. Uma conjuntura.
Por horários repetidos ou poemas e contos trocados. Recitados. Por críticas severas.
Quem sabe.
Enfim.
Quiçá.
Por sermos teimosos. Às vezes o sexo não ajuda, e as conversas emperram, e tudo parece terminar em briga. Ainda assim.
Por ser bom, vez ou outra. Porque se gosta de comida. Ou vinho. Ou café. Por curiosidade. Porque o reflexo na janela nos sorri. Ou ignora superficialmente. Pelas dicas de filme. Ou literatura. Porque sabemos que o que transparece não é exatamente o que é de fato. Porque somos bobos, e um sorriso é bom.
Por se apreciar cinema. Gatos. Cobras venenosas. Ou colóquios espinhosos.
Porque temos pensamentos que se completam sem precisarmos precisá-los. Pessoas que entendem o que vai por nossas cabeças.
Porque a química da pele encaixa. Porque as curvas se entendem.
Afeiçoamo-nos às mesmas pessoas por motivos mesmo diversos. Um cheiro, um modo de acordar. Uma conjuntura.
Por horários repetidos ou poemas e contos trocados. Recitados. Por críticas severas.
Quem sabe.
Enfim.
Quiçá.
quinta-feira, fevereiro 19, 2009
La muerte blanca
Curiosamente, aunque sucede en un clima frío y amargo, la muerte blanca es dulce y cálida. Así le dicen a la muerte de alta montaña: un pequeño sopor producto del cansancio, un pestañear de ojos después de la asfixiante caminata, un reposo sobre una piedra demasiado cómoda, generalmente más arriba de los seis mil metros de altura, bastan para envolverlo a uno en la manta blanca de la nieve, entre la ausencia de oxígeno dentro de las venas, y dejarse llevar hacia el otro mundo. Uno no puede solo contra la muerte blanca. Necesita de alguien que esté más entero, que lo despierte, que lo arrastre con una soga (real o imaginaria) por la senda del descenso. Esa es otra de las características de la muerte blanca: en su gran mayoría sucede en bajada, cuando el cuerpo ya se relajó de tanto trepar y el andinista se cree con el hecho consumado.(Trecho de La muerte blanca - http://www.pagina12.com.ar/diario/contratapa/13-120180.html)
terça-feira, fevereiro 17, 2009
quinta-feira, fevereiro 05, 2009
quarta-feira, janeiro 28, 2009
Eclipse Oculto
E paramos no meio
Sem saber os desejos
Aonde é que iam dar
E aquele projeto
Ainda estará no ar...
Sem saber os desejos
Aonde é que iam dar
E aquele projeto
Ainda estará no ar...
segunda-feira, janeiro 26, 2009
quarta-feira, janeiro 14, 2009
preciso urgentemente descobrir o que faz sentido pra mim!
não posso passar mais por períodos tão longos, para sair deles com a sensação de limbo.
fiz coisas novas e interessantes.
ajudei pessoas.
onde está o erro? onde está o "estar a toa"?
é porque não sei o que é certo ou bom para mim que fico estranha em relação ao que passou...
não posso passar mais por períodos tão longos, para sair deles com a sensação de limbo.
fiz coisas novas e interessantes.
ajudei pessoas.
onde está o erro? onde está o "estar a toa"?
é porque não sei o que é certo ou bom para mim que fico estranha em relação ao que passou...
coragem
também é preciso coragem para admitir que se precisa parar tudo por um tempo e seguir outro ritmo.
coragem para saber que algumas oportunidades e algumas histórias não irão acontecer, não serão aproveitadas, pois é preciso parar e dar atenção a outras coisas.
mas é preciso ter alguma clareza do que se irá olhar.
não quero simplesmente me perder e parar em algum limbo de auto-complacência.
so quero deixar de ter essa sensação de que tanta coisa não faz sentido, de que estou tão desencontrada, de que estou tão perdida, de que estou trilhando um caminho que me é estranho.
respirar fundo, olhar o trem passar, e seguir adiante.
respirar fundo, e dizer "não".
respirar fundo e escolhar não entrar em mais um projeto que não terei forças (ou cabeça) para levar adiante.
me sinto refém...
e tenho receio de que algumas escolhas me deixem em situação ainda pior, neste sentido.
coragem para saber que algumas oportunidades e algumas histórias não irão acontecer, não serão aproveitadas, pois é preciso parar e dar atenção a outras coisas.
mas é preciso ter alguma clareza do que se irá olhar.
não quero simplesmente me perder e parar em algum limbo de auto-complacência.
so quero deixar de ter essa sensação de que tanta coisa não faz sentido, de que estou tão desencontrada, de que estou tão perdida, de que estou trilhando um caminho que me é estranho.
respirar fundo, olhar o trem passar, e seguir adiante.
respirar fundo, e dizer "não".
respirar fundo e escolhar não entrar em mais um projeto que não terei forças (ou cabeça) para levar adiante.
me sinto refém...
e tenho receio de que algumas escolhas me deixem em situação ainda pior, neste sentido.
segunda-feira, janeiro 05, 2009
embestei que cada coisa tem seu devido tempo e lugar, e que só pararia para cuidar do que julgo carecer um tanto mais de tempo para resolver quando tempo tivesse.
sucedem-se tarefas e obrigações que julgava que ocupariam menos tempo, e as quais considerei mais urgentes por envolverem prazos externos, e envolver a outros que não eu.
eis que vejo o tempo ir passando, com os afazeres que não se acabam, com as tarefas às quais não se consegue dar vencimento, e continuo me procrastinando.
cúmulo.
vou acabar estourando ou desabando por aí, e com tudo meu pela metade, quiçá menos que isso.
sucedem-se tarefas e obrigações que julgava que ocupariam menos tempo, e as quais considerei mais urgentes por envolverem prazos externos, e envolver a outros que não eu.
eis que vejo o tempo ir passando, com os afazeres que não se acabam, com as tarefas às quais não se consegue dar vencimento, e continuo me procrastinando.
cúmulo.
vou acabar estourando ou desabando por aí, e com tudo meu pela metade, quiçá menos que isso.
domingo, janeiro 04, 2009
sexta-feira, janeiro 02, 2009
Cruel
Sinto-me estranha, esquisita.
Algo faz-me mal.
Não entendo direito de que se trata, mas vez ou outra sinto-me vil, medíocre...
Minha auto-estima não me faz bem...
Algo faz-me mal.
Não entendo direito de que se trata, mas vez ou outra sinto-me vil, medíocre...
Minha auto-estima não me faz bem...
quarta-feira, dezembro 31, 2008
quinta-feira, dezembro 25, 2008
demanda
precisada de um espaço/momento/período
para mim, para comigo
sem precisar ouvir
responder
ajudar
atentar
algo
alguém
que não
eu
para mim, para comigo
sem precisar ouvir
responder
ajudar
atentar
algo
alguém
que não
eu
terça-feira, dezembro 23, 2008
citação
Novos dados provenientes de registros eletrofisiológicos mostram-nos que os sorrisos simulados originam padrões de ondas cerebrais diferentes dos padrões criados pelos sorrisos verdadeiros (Damásio, 179,1994).
segunda-feira, dezembro 22, 2008
segunda-feira, dezembro 15, 2008
domingo, dezembro 14, 2008
indócil
Não é algo que venha de fora.
Não é como se devesse vir de algum outro ponto que não eu mesma.
Ainda assim, me pego às vezes esperando algo. Espero uma epifania que me fará mover-me? Espero que caia do céu ou venha voando com os passarinhos que fazem ninho no lustre da sala a motivação ou a explicação para tudo que acho em mim perdido ou errado ou desencaixado?
Irritadiça, distante do que deveria ser minha realidade, pseudo-sufocada pelas responsabilidades. Estranha. Estranha em mim.
Em busca do que faça sentido. Em busca de um modo de viver que não seja sufocante, mas não me pareça irresponsável, não me deixe com a sensação de que o tempo e as coisas passam e continuo no mesmíssimo lugar.
Precisando de ar. Carecida de eu.
De minha força, de minha voz, de meus espaços, de minhas pernas a mover-se e de todos meus movimentos e de tudo que seja a energia que eu sei que existe e está amortizada, e nem sei dizer exatamente há quanto tempo, e desde quando essa dormência resolveu progredir.
É olhar pra dentro que resolve? É olhar ao redor?
Até onde sou capaz de ir sem sair do lugar?
Eu perco a paciência, o prumo, a segurança, a vivacidade, a sagacidade, a vontade de ficar aqui e de decidir pra onde ir.
Perco a paixão mais forte pela culinária, por fazer símbolos na tela executarem pequeninas maravilhas (para minha mente ingênua), perco um tanto o deslumbramento pelas coisas, e o viço no corpo.
Eu desacredito no conserto das coisas, eu deixo o tempo passar, eu não mando aquele postal, aquele SMS, eu não dou aquele telefonema. Eu não digo àquela pessoa que aquela noite foi maravilhosa e especial e está para sempre em mim. Eu não sei o que fazer para o que eu acho que faz sentido deixar de ser promessa e virar uma realidade boa e cativante.
Eu corro e giro e vôo e não construo algo sólido sobre o qual continuar a construir coisas, sobre o qual continuar a me construir.
Eu aprecio instantes e coisas e com sorte boas conversas com interessantes pessoas, eu tomo drinks e cervejas e cafés, e não tomo vergonha na cara - pra parar de gastar grana com gasolina e livros e futilidades.
Eu peço para esperar, eu não peço perdão, eu peço desculpas, eu peço espaço, peço ar. Eu peço outro café espresso e canto um trecho da nova música que povoa minha cabeça, e sem utilizar palavras de súplica peço pra mim que me encontre, que descubra no que sou boa e o que me ajudará a seguir, a ir em frente, a ser produtiva - não para os outros, mas para minha vida.
Eu busco essa faísca que se transforme em fogo, e busco também o combustível que tornará isso possível, e tudo parece distante, tudo parece confuso e complicado, estou esvaída de forças que algum conselheiro maldito me faz pensar, maliciosamente, que nunca tive.
Careço de sonhos, e mesmo alguns poucos anseios andam permeados de confusões e desnorteamentos.
Dosnerteada doída espremida pesada. Angustiada.
Eu peço férias.
(eu quero uma catarse que me forneça o substrato para progredir.)
Eu quero silêncio, e um pouco de tranqüilidade para ir fazendo o que preciso/ quero fazer sem ser interrompida, sem ter de parar para tecer comentários, dar palpites, dar explicações.
Eu careço de vida e força motriz e de algo que limpe essa lama que me anda a retesar os músculos e endurecer a paixão.
Eu peço tempo, eu peço um tempo para mim, eu peço respeito aos meus tempos e minhas individualidades e minhas necessidades de estar em mim, de não estar disponível - de vez em quando.
Não é como se devesse vir de algum outro ponto que não eu mesma.
Ainda assim, me pego às vezes esperando algo. Espero uma epifania que me fará mover-me? Espero que caia do céu ou venha voando com os passarinhos que fazem ninho no lustre da sala a motivação ou a explicação para tudo que acho em mim perdido ou errado ou desencaixado?
Irritadiça, distante do que deveria ser minha realidade, pseudo-sufocada pelas responsabilidades. Estranha. Estranha em mim.
Em busca do que faça sentido. Em busca de um modo de viver que não seja sufocante, mas não me pareça irresponsável, não me deixe com a sensação de que o tempo e as coisas passam e continuo no mesmíssimo lugar.
Precisando de ar. Carecida de eu.
De minha força, de minha voz, de meus espaços, de minhas pernas a mover-se e de todos meus movimentos e de tudo que seja a energia que eu sei que existe e está amortizada, e nem sei dizer exatamente há quanto tempo, e desde quando essa dormência resolveu progredir.
É olhar pra dentro que resolve? É olhar ao redor?
Até onde sou capaz de ir sem sair do lugar?
Eu perco a paciência, o prumo, a segurança, a vivacidade, a sagacidade, a vontade de ficar aqui e de decidir pra onde ir.
Perco a paixão mais forte pela culinária, por fazer símbolos na tela executarem pequeninas maravilhas (para minha mente ingênua), perco um tanto o deslumbramento pelas coisas, e o viço no corpo.
Eu desacredito no conserto das coisas, eu deixo o tempo passar, eu não mando aquele postal, aquele SMS, eu não dou aquele telefonema. Eu não digo àquela pessoa que aquela noite foi maravilhosa e especial e está para sempre em mim. Eu não sei o que fazer para o que eu acho que faz sentido deixar de ser promessa e virar uma realidade boa e cativante.
Eu corro e giro e vôo e não construo algo sólido sobre o qual continuar a construir coisas, sobre o qual continuar a me construir.
Eu aprecio instantes e coisas e com sorte boas conversas com interessantes pessoas, eu tomo drinks e cervejas e cafés, e não tomo vergonha na cara - pra parar de gastar grana com gasolina e livros e futilidades.
Eu peço para esperar, eu não peço perdão, eu peço desculpas, eu peço espaço, peço ar. Eu peço outro café espresso e canto um trecho da nova música que povoa minha cabeça, e sem utilizar palavras de súplica peço pra mim que me encontre, que descubra no que sou boa e o que me ajudará a seguir, a ir em frente, a ser produtiva - não para os outros, mas para minha vida.
Eu busco essa faísca que se transforme em fogo, e busco também o combustível que tornará isso possível, e tudo parece distante, tudo parece confuso e complicado, estou esvaída de forças que algum conselheiro maldito me faz pensar, maliciosamente, que nunca tive.
Careço de sonhos, e mesmo alguns poucos anseios andam permeados de confusões e desnorteamentos.
Dosnerteada doída espremida pesada. Angustiada.
Eu peço férias.
(eu quero uma catarse que me forneça o substrato para progredir.)
Eu quero silêncio, e um pouco de tranqüilidade para ir fazendo o que preciso/ quero fazer sem ser interrompida, sem ter de parar para tecer comentários, dar palpites, dar explicações.
Eu careço de vida e força motriz e de algo que limpe essa lama que me anda a retesar os músculos e endurecer a paixão.
Eu peço tempo, eu peço um tempo para mim, eu peço respeito aos meus tempos e minhas individualidades e minhas necessidades de estar em mim, de não estar disponível - de vez em quando.
sexta-feira, dezembro 12, 2008
quinta-feira, dezembro 11, 2008
quarta-feira, dezembro 10, 2008
segunda-feira, dezembro 08, 2008
sábado, dezembro 06, 2008
quinta-feira, dezembro 04, 2008
quarta-feira, dezembro 03, 2008
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