Que há muitas coisas para lembrar.
Que ainda é cedo pra parar.
Que não importa o que aconteça, eu sempre vou estar comigo.
Que a vida é grande, e não gira em torno do meu umbigo.
Que o dia-a-dia é um senhor que se compõe de muitos e variados aspectos e dedicar muito de seu tempo a apenas um deles deixa o senhor capenga e você, idem.
Que, eventualmente ou sempre, escrever é bom e me faz bem e é algo que posso fazer de mim para mim e que ninguém tira.
Que gosto do barulho das teclas sendo pressionadas e da textura do papel, após ter sido escrito.
Que sou uma pessoa, além de confusa, em formação. E que talvez uma coisa influa na outra.
Que eu tenho uma casa e há coisas e pessoas e serezinhos nela, e eu faço parte desse universo e devo cuidar dela.
Que eu às vezes gosto de ficar só.
Que eu às vezes gosto de ter companhia.
Que eu ando à procura de não sei exatamente o quê.
Que...
Às vezes, algumas coisas fazem falta.
Que gosto de tomar sopa. Que gosto de ficar em casa, mas não sempre.
Que sou meio inerte. Talvez, no bom E no mau sentido.
Que tomar sopa quente com suco gelado talvez não seja das melhores coisas a fazer com o estômago.
Que eu gostava da trilha sonora de Heroes (não o seriado, o jogo)... E que eu só escrevi isso porque, "do nada", uma das músicas veio em minha cabeça. Aliás, talvez eu devesse tentar descobrir de qual das "linhas" é esta, assim quem sabe eu descubro que não foi apenas uma coincidência.
Que eu tenho essa mania de achar que as coisas não acontecem por acaso.
Que quando eu fico muito tempo sem escrever, e consigo parar para fazê-lo, costumo escrever muito e muito.
Que não necessariamente saem coisas que prestem, da ponta de meus dedos.
Que às vezes é importante saber a hora de parar.
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