quarta-feira, abril 01, 2009

...a parte quente que pressente a sua mão.
c.v.

terça-feira, março 31, 2009

Oh brave new world.

Este mundo louco que nos torna consumidores gulosos de notícias e informação.

Não sei dizer quantos bits diferentes e pouco correlatos de informação ingeri, nos últimos minutos...
Não gosto de impessoalidades por parte de pessoas próximas.

Sempre me parece que algo não está bem resolvido.

quinta-feira, março 26, 2009

it's hard to keep you away...

quarta-feira, março 25, 2009

Sea of Love

Sonhei novamente.

Diziam-me que não gostariam de ficar distantes, que o silêncio era por conta de tudo ser tão confuso. Havia uma abraço, e lá estava eu, novamente sem saber o melhor a fazer.

É difícil tomar algumas decisões, seguir em frente...

terça-feira, março 17, 2009

alguma coisa fora da ordem...

da ordem interna

algo inquieto

anseios?
desejos?

....

terça-feira, março 10, 2009

sinto que vou me sentir mais sozinha...
Como explicar que seja o nosso país praticamente o campeão mundial de desigualdades sociais?
Celso Furtado - Em Busca de Novo Modelo, p. 12

segunda-feira, março 09, 2009

Acredito no dom da palavra.

sexta-feira, março 06, 2009

Relevâncias

Mantendo-se o cronograma atualmente previsto, a NASA pretende começar a construção de sua base lunar permanente a partir de 2020.

(Robôs escavadores construirão espaçoporto lunar - Redação do Site Inovação Tecnológica 06/03/2009 - http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=robos-escavadores-construirao-espacoporto-lunar&id=010180090306&ebol=sim)
A vida é uma coisa complexa.

Viver também...

Sinto vontade de dizer muitas coisas sobre isso. Quisera saber expressar...

terça-feira, março 03, 2009

"Eu não pedi que ela ficasse - ela sabe que na volta ainda vou estar aqui..."

anti-socialmente chata

Acho que, em muitos momentos, encaro meus defeitos como características pré-definidas e imutáveis...

segunda-feira, março 02, 2009

saudades do Cobra Bubbles...

what comes next?

período de entender muitas coisas. de tentar entender muitas coisas.

ainda que minha cabeça parece lenta e vazia em muitos momentos, sinto-me percebendo pontos importantes, vez ou outra.

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

what a strange world.

Por que nos afeiçoamos às pessoas?

Às vezes por conta do sexo. Do beijo bom. Por conta das conversas que se transmutam e outras e outras, e a possibilidade de passar muitas horas a falar e apreciar a companhia. Porque nos revelam jeitos de ser que nos agradam. Porque nos entendemos. Porque não combinamos em nada, e é divertido ser tão diferente e ainda assim se achar interessante. Porque olham para nós de um modo que não conseguimos explicar, mas mexe de um jeito bom. Aquece. Porque são coloridas. Porque são caladas. Porque falam muito, sobre qualquer coisa, e têm trejeitos e caras e bocas enquanto isso. Porque há desafios em conhecer alguém. Porque o dormir abraçado é bom. Porque é absolutamente difícil entender-mo-nos, e esse é de fato um desafio instigante.

Por sermos teimosos. Às vezes o sexo não ajuda, e as conversas emperram, e tudo parece terminar em briga. Ainda assim.

Por ser bom, vez ou outra. Porque se gosta de comida. Ou vinho. Ou café. Por curiosidade. Porque o reflexo na janela nos sorri. Ou ignora superficialmente. Pelas dicas de filme. Ou literatura. Porque sabemos que o que transparece não é exatamente o que é de fato. Porque somos bobos, e um sorriso é bom.

Por se apreciar cinema. Gatos. Cobras venenosas. Ou colóquios espinhosos.

Porque temos pensamentos que se completam sem precisarmos precisá-los. Pessoas que entendem o que vai por nossas cabeças.

Porque a química da pele encaixa. Porque as curvas se entendem.

Afeiçoamo-nos às mesmas pessoas por motivos mesmo diversos. Um cheiro, um modo de acordar. Uma conjuntura.

Por horários repetidos ou poemas e contos trocados. Recitados. Por críticas severas.

Quem sabe.

Enfim.

Quiçá.

quinta-feira, fevereiro 19, 2009

La muerte blanca

Curiosamente, aunque sucede en un clima frío y amargo, la muerte blanca es dulce y cálida. Así le dicen a la muerte de alta montaña: un pequeño sopor producto del cansancio, un pestañear de ojos después de la asfixiante caminata, un reposo sobre una piedra demasiado cómoda, generalmente más arriba de los seis mil metros de altura, bastan para envolverlo a uno en la manta blanca de la nieve, entre la ausencia de oxígeno dentro de las venas, y dejarse llevar hacia el otro mundo. Uno no puede solo contra la muerte blanca. Necesita de alguien que esté más entero, que lo despierte, que lo arrastre con una soga (real o imaginaria) por la senda del descenso. Esa es otra de las características de la muerte blanca: en su gran mayoría sucede en bajada, cuando el cuerpo ya se relajó de tanto trepar y el andinista se cree con el hecho consumado.(Trecho de La muerte blanca - http://www.pagina12.com.ar/diario/contratapa/13-120180.html)

terça-feira, fevereiro 17, 2009

será que sempre me sentirei meio deslocada, em qualquer lugar, após um tempo?

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

escavar os poemas que estão em mim.