minha mãe sempre lembra de uma vez, quando eu era pequena e estava aprendendo a andar, em que caí.
Sem alardes, sem gritos, claro, com algum susto meu e outro - talvez maior - em minha mãe, levantei, limpei as mãozinhas (um dia foram ainda menores do que são hoje) e disse
- Caji caí, caji caí...
Segui andando. Acho que não fiquei com muitos traumas. Não desse dia, enfim.
[...]
Tá certo que ser prevenido é importante.
Mas às vezes eu preferia simplesmente levantar empolgada pra seguir andando.
(a propósito de um Caetano que ainda pesa. e sabendo que em verdade há pesos bem mais difíceis de lidar... e de curar, também)
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