E eis que lá descobri, nada mais, nada menos, que eles... Não dromedários, camelos, ou centopéias. Não preguiças gigantes.
Palíndromos...
Palíndromos são seres complexos. Não sei dizer se sua beleza surge disso; contudo, é fato que o fascínio que exercem sobre as pessoas nasce de sua complexidade. Não depois de prontos.
Depois de prontos são o que são. Como o ornitorrinco que, claro, é estranho, mas afinal existe e é o que é. A beleza surge na sua criação. Na mente - perversa como a do criador do ornitorrinco e das eqüidnas? não sei - que concebe, que percebe. Que colhe, enfim, dentre um bando de textos vazios e ermos de duplos sentidos, um palíndromo. Novo. Intocado. Provavelmente, nunca sequer imaginado por outrem. Mágico. Genial.
Essa é a aura que cerca este bicho peludo, mamífero de três corcovas exatamente iguais e com um sem número de patas, que, como os lhasa apsos, confude quem o vê por não haver clareza entre o que é seu início e o que é o seu fim.
Bichos fascinantes, os palíndromos.
Um comentário:
Marrons, eles são marrons... são sim, são sim...
Heuheuheuheuheuheu
Beijos
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