Com sono.
Com vontade de conseguir fazer as coisas que preciso fazer.
Com medo de checar e-mails.
E me sentindo segura em casa, em meu espaço...
quarta-feira, agosto 25, 2010
terça-feira, agosto 17, 2010
quinta-feira, agosto 05, 2010
segunda-feira, agosto 02, 2010
quinta-feira, julho 08, 2010
respiro fundo
olho para dentro e revejo o que aconteceu
(e) porque dói
respiro fundo
volto-me para dentro,
para mim
Sei do que dói
das dores
Não quero mais ficar triste.
Respiro fundo
os primeiros passos de volta ao caminho são mais difíceis
mas, após recaminhar um pouco,
consigo enxergar além novamente.
sigo respirando fundo.
sei onde não quero chegar.
olho para dentro e revejo o que aconteceu
(e) porque dói
respiro fundo
volto-me para dentro,
para mim
Sei do que dói
das dores
Não quero mais ficar triste.
Respiro fundo
os primeiros passos de volta ao caminho são mais difíceis
mas, após recaminhar um pouco,
consigo enxergar além novamente.
sigo respirando fundo.
sei onde não quero chegar.
domingo, junho 13, 2010
Sinto frio.
deixa minhas mãos frias
meus braços, meu corpo, se arrepiam
Vem de dentro.
Ainda geladas, as mãos suam.
E pensamentos ruins passam por minha cabeça.
Coisas que não quero que aconteçam,
coisas que não deveria querer que acontecessem,
coisas nascidas do misto
de raiva,
angústia,
tristeza,
mágoa,
ciúmes,
solidão...
Não, não tenho como encarar as coisas por muito tempo como estão.
Machuca,
não faz bem.
E o sentir é uma vontade de dilacerar o peito,
ir-me embora,
sumir,
para nunca mais...
deixa minhas mãos frias
meus braços, meu corpo, se arrepiam
Vem de dentro.
Ainda geladas, as mãos suam.
E pensamentos ruins passam por minha cabeça.
Coisas que não quero que aconteçam,
coisas que não deveria querer que acontecessem,
coisas nascidas do misto
de raiva,
angústia,
tristeza,
mágoa,
ciúmes,
solidão...
Não, não tenho como encarar as coisas por muito tempo como estão.
Machuca,
não faz bem.
E o sentir é uma vontade de dilacerar o peito,
ir-me embora,
sumir,
para nunca mais...
sábado, junho 12, 2010
May It Be
May it be an evening star
Shines down upon you
May it be when darkness falls
Your heart will be true
You walk a lonely road
Oh! How far are you are from home
Mornie utúlien (darkness has come)
Believe and you will find your way
Mornie alantie (darkness has fallen)
A promise lives within you know
May it be the shadows call
Will fly away
May it be your journey on
To light the day
When the night is overcome
You may rise to find the sun
Mornie utúlien (darkness has come)
Believe and you will find your way
Mornie alantie (darkness has fallen)
A promise lives within you
A promise lives within you now
Shines down upon you
May it be when darkness falls
Your heart will be true
You walk a lonely road
Oh! How far are you are from home
Mornie utúlien (darkness has come)
Believe and you will find your way
Mornie alantie (darkness has fallen)
A promise lives within you know
May it be the shadows call
Will fly away
May it be your journey on
To light the day
When the night is overcome
You may rise to find the sun
Mornie utúlien (darkness has come)
Believe and you will find your way
Mornie alantie (darkness has fallen)
A promise lives within you
A promise lives within you now
e.
sexta-feira, junho 11, 2010
quinta-feira, junho 10, 2010
terça-feira, maio 18, 2010
Dia Branco
Se você vier
Pro que der e vier
Comigo...
Eu lhe prometo o sol
Se hoje o sol sair
Ou a chuva...
Se a chuva cair
Se você vier
Até onde a gente chegar
Numa praça
Na beira do mar
Num pedaço de qualquer lugar...
Nesse dia branco
Se branco ele for
Esse tanto
Esse canto de amor
Se você quiser e vier
Pro que der e vier
Comigo
Se você vier
Pro que der e vier
Comigo...
Eu lhe prometo o sol
Se hoje o sol sair
Ou a chuva...
Se a chuva cair
Se você vier
Até onde a gente chegar
Numa praça
Na beira do mar
Num pedaço de qualquer lugar...
E nesse dia branco
Se branco ele for
Esse canto
Esse tão grande amor
Grande amor...
Se você quiser e vier
Pro que der e vier
Comigo
G. A./ R. R.
domingo, maio 16, 2010
Ausência
Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar teus olhos que são doces
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado.
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne como nódoa do passado.
Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face.
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande íntimo da noite.
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa.
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço.
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos portos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas.
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz perenizada.
Esta não é minha escolha. Mas o poema não é belo apenas quando fala de nós. E, não obstante, talvez, um dia, precise ser...
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado.
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne como nódoa do passado.
Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face.
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande íntimo da noite.
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa.
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço.
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos portos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas.
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz perenizada.
v.m.
Esta não é minha escolha. Mas o poema não é belo apenas quando fala de nós. E, não obstante, talvez, um dia, precise ser...
Assinar:
Postagens (Atom)